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Comer é bom, mas sentir-se EM FORMA é ainda melhor!

Muitas vezes, em consultório, várias são as pessoas que me confessam que adoram comer. Que não conseguem perder peso porque realmente adoram um bom prato de comida. E eu pergunto: Que tipo de comida? “Coisas que façam mal”… Portanto aquelas coisas viciantes, como o açúcar, as gorduras, os fritos ou o sal. As coisas que nós não deveríamos comer, porque está mais que estudado que nos fazem mal; mas que tendencionalmente é sempre o que mais nos apetece. Porque como nos diz o ditado “o fruto proibido é o mais apetecido…”   E, portanto, todos concordamos que realmente comer é bom; é muito bom. Principalmente quando podemos comer tudo aquilo que quisermos, sem dó nem piedade, e sem culpa nem frustração. E aqui está um dos maiores problemas – as emoções que irão surgir depois de comermos o que supostamente é bom e sabe bem… Sentimo-nos arrependidos, com sentimentos de culpa, frustrados por não termos conseguido resistir, etc., etc., As emoções que vêm após um bom prato de comida (alimentos não saudáveis) são negativas.   Então porque é que comemos? Porque é que come esse prato “delicioso” se o que sentirá a seguir são coisas tão negativas? Porque é que quer ter um prazer de relativamente pouco tempo se a perda de peso lhe dá um prazer muito maior e mais duradouro? As pessoas normalmente respondem coisas do tipo “não consigo controlar…”; “tem razão, sou um fraco…”; “porque nunca conseguirei ser diferente…”, etc. Estes pensamentos não o vão ajudar a ser quem quer ser. A mudar por uma vida melhor. Estes pensamentos vão continuar a ajudá-lo a comer pratos “deliciosos” e a continuar a afirmar que “comer é bom”.   Mas sabe uma coisa… Comer, é de facto, bom. Mas pode aprender a comer e a gostar de comer alimentos saudáveis e que lhe tragam saúde, energia e boa disposição. E sabe o que é ainda melhor que comer? Sentir-se EM FORMA! Física e psicologicamente… EM FORMA para todas as adversidades que irá ter e EM FORMA para todos os obstáculos que irá passar, no processo de emagrecimento. Comer é bom, mas dura tão pouco tempo… Sentir-se EM FORMA é ainda melhor e pode durar uma vida inteira!  
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Nutrição na Terceira Idade – Entrevista Correio da Manhã

A nossa nutricionista, Drª Ana Filipa Baião, falou acerca da alimentação nos idosos, numa entrevista para o Correio da Manhã. Deixamos-lhe alguns excertos do que saiu na edição de Domingo, em jornal.   “Alimentação mais racionada traz vitalidade”, diz-nos a nossa nutricionista. A boa alimentação no indivíduo adulto a iniciar a velhice deve ter por base alimentos muito simples. Para viver bem e prevenir a doença, o segredo é manter uma alimentação saudável e praticar exercício físico. Mas as preocupações alimentares de uma pessoa com 50 anos são ligeiramente diferentes das que têm 60, 70 ou 80 anos. Os planos nutricionais devem ser individuais, adaptados à idade, à condição física e à saúde da pessoa. Ainda assim, em todas estas idades, a base da alimentação deve ser rica em peixes, verduras e fruta. Os 50 anos é a faixa etária mais interessante. Há fatores neurológicos que convém manter, como o bom humor, a memória e o raciocínio. E tudo isto se mantém se tivermos um excelente consumo de peixe rico em ómega 3. Pode ser salmão, sardinha e cavala. O ómega vai melhorar a manutenção das fibras nervosas, prevenir o cancro e o esgotamento. Os frutos secos e as sementes devem fazer parte da alimentação a partir dos 50 anos. Nestas idades, sobretudo após os 60 anos, é importante fazer refeições de 3 em 3 horas, reduzindo assim a acidez metabólica; que é a acidez que acelera o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças associadas. A partir dos 60 anos, pode ser necessário fazer uma suplementação de minerais, nomeadamente de zinco. A fruta pode ter de ser cozida. Se houver historial de diabetes, deve-se optar por kiwi, maçã, romã, frutos vermelhos ou mirtilos, que são ótimos antioxidantes. Dos 50 aos 80 anos devem preferir uma alimentação mais vegetal. A carne ou o peixe devem ser um pormenor da refeição, não o central. Não fique horas sem comer e pratique exercício físico. A fruta é essencial em todas as refeições, mas também pode ser comida nos intervalos. Relativamente à ceia, também é fundamental. Muitos AVC acontecem entre as 3 e as 5 da manhã, porque se fica horas sem comer. Acima dos 60 anos, não se deve ir para a cama em jejum. Sugiro um chá e uma tosta com queijo ou um iogurte e uma maçã ou um kiwi como ceia.”   Manter o coração e o cérebro jovens A atividade física é o melhor aliado da alimentação saudável, pois o exercício físico é dos fatores mais importantes para controlar as taxas de açúcar, colesterol, manter o humor e manter o coração e o cérebro jovens. O que pode fazer? Por exemplo: subir e descer escadas, fazer caminhadas ou corridas. O desafio dos jogos de carta ou o simples exercício de leitura são outras atividades que estimulam o cérebro. Também ver televisão, o telejornal ou a telenovela é uma forma de estimular a atividade cerebral. Mas há ainda outros segredos para manter o cérebro ativo através da alimentação: um deles passa pela fibra alimentar, presente na alfarroba, sésamo, centeio ou ainda massas integrais. Evite o glúten, porque acelera fenómenos inflamatórios. Todos os dias as pessoas devem comer uma maçã e beber muita água.”   D. Fernanda, cliente da Drª Ana Filipa Baião deixou o seu testemunho “Fernanda Lobo, 71 anos, procurou a nutricionista porque se sentia “gorda”. “Acho que comia de uma forma errada. Comia fruta; mas não comia mais nada a seguir. Agora como uma peça de fruta e algo a seguir, que podem ser frutos secos”. Fernanda Lobo emagreceu 10 kg ao mudar a alimentação, que também passou pela substituição do leite. “Passei a beber uma bebida vegetal em substituição e sinto-me lindamente”.
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Máquinas com alimentos ricos em sal e açúcar proibidas no SNS

A notícia é do Expresso, mas a relevância da mesma leva-nos a querer partilhá-la convosco. Segundo o Jornal, “as máquinas de dispensa de alimentos com elevados teores de açúcar, sal e gorduras trans passam a ser proibidas, a partir de hoje, Segunda feira (6 de Março), em todas as instituições do Serviço Nacional de Saúde. Desta forma, fica proibida a venda de salgados, pastelaria, pão e afins com recheios doces, charcutaria, sandes com molhos de maionese, ketchup ou mostarda, bolachas ou biscoitos muito gordos ou açucarados, guloseimas, snacks, sobremesas, refeições rápidas, chocolates grandes e bebidas com álcool. Também as máquinas de venda de bebidas quentes têm que reduzir a quantidade de açúcar que pode ser adicionado (até um máximo de cinco gramas). Em contrapartida, as máquinas têm que disponibilizar obrigatoriamente garrafas de água e devem dar prioridade a alimentos como leite simples, iogurtes, preferencialmente sem adição de açúcar, sumos de frutas e néctares, pão adicionado de queijo pouco gordo, fiambre com baixo teor de gordura e sal, carne, atum ou outros peixes de conserva e fruta fresca. A entrada em vigor deste diploma decorreu de “forma faseada e progressiva”, permitindo que as entidades do setor e as instituições de saúde se adaptassem aos seus princípios orientadores. O diploma entrou em vigor a 6 de setembro, mas as instituições tiveram seis meses (até hoje) para rever os contratos que tivessem em vigor de exploração de máquinas de venda automática. Contudo, este prazo destina-se apenas às instituições cujos contratos em vigor não impliquem o pagamento de indemnizações ou de outras penalizações”. (In Expresso)
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E depois dos excessos de Carnaval?

O Carnaval é tempo de folia, de diversão e de… excessos! Excessos de açúcares, de fritos, de gorduras ou de álcool. Mas agora é tempo de voltar à rotina e de eliminar esses excessos. Pode nem ter cometido grandes disparates, mas o que fez pode mexer consigo, seja física ou psicologicamente… E vamos por partes: Fisicamente Em termos físicos, o nosso corpo ressente-se com os excessos acumulados; contudo, a capacidade de processamento do nosso organismo é tão grande que, por vezes, nem damos por isso. Mas basta as pequenas asneirinhas para intoxicarem o organismo. O que deve fazer? Faça uma desintoxicação do organismo, seja através de chás, sumos ou desintoxicação orgânica. Temos vários artigos com exemplos de sumos desintoxicantes ou ainda com exemplo do tratamento Detox, o tratamento de desintoxicação do organismo. Tente fazer algumas caminhadas e beber mais água; para “limpar”. Se possível, beba um copo grande de água morna com meio limão espremido, logo pela manhã, para limpar todas as impurezas.   2. Psicologicamente Quando estamos num processo de perda de peso ou manutenção de peso, todos os excessos que cometemos podem mexer com o nosso físico sim, mas acima de tudo, com o nosso psicológico. Várias são as pessoas que desistem de um processo de emagrecimento devido às asneiras que cometem. Pensam “se já fiz este disparate, então isto ou aquilo também não fazem mal”; ou “fiz este disparate porque não consigo fazer uma dieta e nunca conseguirei”; ou ainda “perdido por cem, perdido por mil”…, etc., etc. Isto tudo são pensamentos negativos e que interferem com o seu estilo de vida. Se der muita força a estes pensamentos e se acreditar que eles são mesmo reais então dizemos-lhe já que nunca conseguirá emagrecer. Para emagrecer, é preciso mudarmos a nossa mente; sobretudo, mudarmos estes pensamentos que podem pôr em causa tudo aquilo que já fizemos. Para isso, é necessário modificar a sua forma de pensar em relação à comida. Pode fazê-lo com a ajuda de um psicólogo. Mas pode também ir treinando sozinho (é mais difícil) – por exemplo, em vez de pensar “sou um falhado, não consegui resistir a este alimento”; deve pensar de outra forma, por exemplo “cometi este erro, mas errar é humano e eu já sabia que isso poderia acontecer num processo de emagrecimento. Agora tenho de continuar no meu caminho, naquele que eu escolhi e que me fará bem mais feliz”.   Livre-se dos excessos acumulados durante esta época! Procure ajuda se não conseguir fazê-lo sozinho! Mas, acima de tudo, seja feliz e saudável…
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Muitas crianças consomem mais sal que os pais

Recentemente, saiu um estudo sobre o consumo de sal nas crianças, levado a cabo por Jorge Cotter, que contou com mais de 300 crianças entre os 10 e os 15 anos, de uma escola básica 2,3 de Guimarães. “A ingestão de sal continua a ser muito acima do que é recomendável e não há qualquer evolução positiva, antes pelo contrário há uma ligeira tendência para o aumento do consumo de sal”, afirmou Jorge Cotter. Avaliaram a excreção de sódio na urina de pais e crianças num período de 24 horas, assim como a pressão arterial e o peso e altura das crianças. Segundo o investigador, constatou-se que 60% das crianças ingerem mais sal do que os pais, um dado que foi divulgado no 11º Congresso Português de Hipertensão. O investigador não consegue apresentar razões efetivas para esta diferença, mas alerta apenas que as recolhas de urina foram realizadas durante um fim de semana, para avaliar mais o ambiente familiar, o que impede de inferir conclusões ou atribuir responsabilidades à alimentação escolar. “Isto mostra que tem falhado a mensagem para que, nas crianças, a ingestão de sal seja diminuída. E não só a mensagem como as medidas de ordem prática.   Contudo, quanto à medição da pressão arterial nas crianças, a prevalência da hipertensão na população analisada neste estudo tende a parecer mais baixa do que noutros estudos. Jorge Cotter considera que a intervenção para reduzir o consumo de sal nas crianças tem de ser ativa, prática e continuada no tempo, devendo começar precocemente e antes da adolescência.
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O que andamos nós a comer?

“Somos o que comemos”. Não há nenhuma dúvida para pensarmos assim. Estudos comprovam-nos; a genética comprova-o e, nós próprios, conseguimos entende-lo. Mas, independentemente daquilo que comemos, o que será que está por detrás desses alimentos? Será que, ao comprarmos um frango no talho do supermercado estamos, efectivamente, a comer de forma saudável? Como será que foi esse frango criado? Que hormonas poderá ele ter levado? Será que, ao comprarmos um pacote de bolachas para os nossos filhos elas são, efectivamente, mais saudáveis só porque não têm, por exemplo, chocolate? Como é que podemos nós saber isto? Como é que podemos nós saber aquilo que comemos? Primeiro que tudo, é importante conhecermos o sítio onde compramos as coisas. Ou seja, um supermercado garante qualidade, sim, mas se calhar o frango do campo que a sua família cria é bem mais saudável. Ou, se calhar, o peixe fresco vendido nos mercados, tem mais qualidade. Portanto, este é o primeiro ponto, saber de onde vêm e quais as origens dos produtos que compra. Depois, há que ter em atenção um outro aspecto. Eu diria que é mesmo um ponto fulcral, no processo de aquisição de alimentos. A leitura dos rótulos. E onde é que nós, cidadãos comuns, podemos aprender a ler os rótulos? Não nascemos ensinados e, se por acaso, decidirmos não ser nutricionistas, como podemos perceber alguma coisa? Claro está, que hoje em dia há informação por todo o lado mas, com o tempo escasso que temos, certamente será mais difícil. Portanto, o primeiro aspeto a ter em conta é que quando os rótulos têm muita coisa escrita e não consegue perceber nem metade, é porque algo está mal e não deve comprar esse “alimento”. Segundo ponto: atenção ao açúcar e ao sal. Não são só as bolachas de chocolate que têm açúcar. Não são só os pacotes de batatas fritas que têm sal. Há uma série de alimentos que contêm estes “inimigos” e, quanto mais escondido isso tiver, melhor. O consumidor pode não reparar e, desta forma, o produto poderá ser adquirido mais facilmente. Às vezes ponho-me a pensar… Como tudo isto pode ser uma jogada de marketing! Como nós, cidadãos comuns, podemos ser persuadidos a comprar aquilo que querem que nós compremos. Por vezes não temos culpa, claro. Mas, outras vezes, podemos fazer alguma coisa para mudar. E, primeiramente, será compreendermos esta jogada de marketing (que eu entendo que tenha de ser feita, atenção). Percebermos como nos querem manipular e não deixarmos que isso aconteça. Pelo menos, todas as vezes que formos adquirir produtos alimentares. Bem, mas continuando com a leitura dos rótulos, é preciso ter um mínimo de conhecimento sobre os aditivos que prejudicam a nossa saúde e o nome dos mesmos. Evite comprar produtos com adoçantes, E621, corantes artificiais e/ou gordura hidrogenada. Muita atenção e cuidado com os E (exceto o E16oa; E16od; E161). E não se esqueça que muitos dos sabores que nos agradam são produzidos em fábricas, através de processos químicos. É um mundo sempre em crescimento e onde temos sempre algo a aprender. Dedique um pouco do seu tempo a isto porque é, realmente, muito importante para si, para a sua saúde e da sua família. Não deixe que os rótulos dos alimentos ou os produtos comprados sem garantia e qualidade possam afectar a sua saúde e, consequentemente, a sua qualidade de vida.
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Pequenos almoços para ter energia!

Diz-se que o pequeno almoço é a refeição mais importante do dia e, por esse motivo, é importante escolher os melhores alimentos. Hoje trazemos-lhe três pequeno almoços diferentes, para lhe darem energia, ao longo do dia. Experimente e delicie-se! Pequeno almoço quente: Para quem gosta de começar o dia com comidas quentes (especialmente nesta época de Inverno). É uma combinação de hidratos de carbono complexos e fibra.                                                           Aveia com abóbora enlatada: 1/4 de abóbora, sem açúcar e uma taça com aveia e canela. Pequeno almoço rápido: Esta é uma solução para aqueles que não têm muito tempo, logo de manhã. De referir que os ovos promovem o funcionamento da tiróide; os espinafres, por exemplo, fornecem-lhe ferro (que fornece oxigénio às células).                                                                                                                                                 Bata uns ovos, acrescente uns legumes (ex. espinafres) e coloque tudo numa forma untada. Leve ao forno durante 8 minutos. Pode deixar feito na noite anterior ou no fim de semana, por exemplo, e guardar no frigorífico; e ir usando à medida que precisa – quentes ou frios. Pequeno almoço saciante: Este é uma solução que contém gordura, fibras e proteína. Faça uma sandes (com pão integral) com bacon (o bacon metaboliza e dá-nos energia), alface e abacate. Atenção: Não dispensa a consulta com um nutricionista. O melhor alimento para mim pode não o ser para si!
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