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O Melão e a Melancia

Hoje deixamos-lhe algumas curiosidades sobre o melão e a melancia. O melão e a melancia são os frutos mais desejados do Verão, e são muitos os consumidores que desejam a chegada desta estação para puderem degustar desta apetitosa fruta.
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15 verdades sobre a Alimentação

Hoje em dia, inegavelmente, todos nós achamos ser os nutricionistas de nós próprios, da nossa família e dos nossos amigos. São tantas as coisas que lemos, que ouvimos dizer e/ou que vemos nos media que isso não nos deixa dúvidas: podemos não alimentar-nos de forma mais correta, mas sabemos toda a teoria e o que deveríamos fazer. Errado! Há muitas coisas que, efetivamente, não sabemos e, o que pode ser correto, em termos alimentares, para mim, pode não ser para si! Hoje, trazemos-lhe algumas verdades sobre os alimentos.
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O que comer a meio da manhã?

Os intervalos entre as refeições principais, mais concretamente o intervalo do meio da manhã, constituí um momento do dia de enorme importância no controlo e gestão do peso. A maioria de nós conhece a importância de se comer algo neste intervalo do dia. Mas, saberemos quais os melhores alimentos a ingerir?
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Dia Internacional da Felicidade: Qual o caminho para a felicidade?

A felicidade… Uma palavra com poucas letras, mas com tanto significado. E o que é isto de felicidade? Será que existe a toda a hora ou, pelo contrário, só existem pequenos momentos felizes? A felicidade é um estado de espírito, uma emoção. É algo que nos deixa com um sorriso nos lábios, com o coração a palpitar mais forte e, sem dúvida, com borboletas a pairarem por todo o nosso corpo.
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Nutrição na Terceira Idade – Entrevista Correio da Manhã

A nossa nutricionista, Drª Ana Filipa Baião, falou acerca da alimentação nos idosos, numa entrevista para o Correio da Manhã. Deixamos-lhe alguns excertos do que saiu na edição de Domingo, em jornal.   “Alimentação mais racionada traz vitalidade”, diz-nos a nossa nutricionista. A boa alimentação no indivíduo adulto a iniciar a velhice deve ter por base alimentos muito simples. Para viver bem e prevenir a doença, o segredo é manter uma alimentação saudável e praticar exercício físico. Mas as preocupações alimentares de uma pessoa com 50 anos são ligeiramente diferentes das que têm 60, 70 ou 80 anos. Os planos nutricionais devem ser individuais, adaptados à idade, à condição física e à saúde da pessoa. Ainda assim, em todas estas idades, a base da alimentação deve ser rica em peixes, verduras e fruta. Os 50 anos é a faixa etária mais interessante. Há fatores neurológicos que convém manter, como o bom humor, a memória e o raciocínio. E tudo isto se mantém se tivermos um excelente consumo de peixe rico em ómega 3. Pode ser salmão, sardinha e cavala. O ómega vai melhorar a manutenção das fibras nervosas, prevenir o cancro e o esgotamento. Os frutos secos e as sementes devem fazer parte da alimentação a partir dos 50 anos. Nestas idades, sobretudo após os 60 anos, é importante fazer refeições de 3 em 3 horas, reduzindo assim a acidez metabólica; que é a acidez que acelera o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças associadas. A partir dos 60 anos, pode ser necessário fazer uma suplementação de minerais, nomeadamente de zinco. A fruta pode ter de ser cozida. Se houver historial de diabetes, deve-se optar por kiwi, maçã, romã, frutos vermelhos ou mirtilos, que são ótimos antioxidantes. Dos 50 aos 80 anos devem preferir uma alimentação mais vegetal. A carne ou o peixe devem ser um pormenor da refeição, não o central. Não fique horas sem comer e pratique exercício físico. A fruta é essencial em todas as refeições, mas também pode ser comida nos intervalos. Relativamente à ceia, também é fundamental. Muitos AVC acontecem entre as 3 e as 5 da manhã, porque se fica horas sem comer. Acima dos 60 anos, não se deve ir para a cama em jejum. Sugiro um chá e uma tosta com queijo ou um iogurte e uma maçã ou um kiwi como ceia.”   Manter o coração e o cérebro jovens A atividade física é o melhor aliado da alimentação saudável, pois o exercício físico é dos fatores mais importantes para controlar as taxas de açúcar, colesterol, manter o humor e manter o coração e o cérebro jovens. O que pode fazer? Por exemplo: subir e descer escadas, fazer caminhadas ou corridas. O desafio dos jogos de carta ou o simples exercício de leitura são outras atividades que estimulam o cérebro. Também ver televisão, o telejornal ou a telenovela é uma forma de estimular a atividade cerebral. Mas há ainda outros segredos para manter o cérebro ativo através da alimentação: um deles passa pela fibra alimentar, presente na alfarroba, sésamo, centeio ou ainda massas integrais. Evite o glúten, porque acelera fenómenos inflamatórios. Todos os dias as pessoas devem comer uma maçã e beber muita água.”   D. Fernanda, cliente da Drª Ana Filipa Baião deixou o seu testemunho “Fernanda Lobo, 71 anos, procurou a nutricionista porque se sentia “gorda”. “Acho que comia de uma forma errada. Comia fruta; mas não comia mais nada a seguir. Agora como uma peça de fruta e algo a seguir, que podem ser frutos secos”. Fernanda Lobo emagreceu 10 kg ao mudar a alimentação, que também passou pela substituição do leite. “Passei a beber uma bebida vegetal em substituição e sinto-me lindamente”.
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Máquinas com alimentos ricos em sal e açúcar proibidas no SNS

A notícia é do Expresso, mas a relevância da mesma leva-nos a querer partilhá-la convosco. Segundo o Jornal, “as máquinas de dispensa de alimentos com elevados teores de açúcar, sal e gorduras trans passam a ser proibidas, a partir de hoje, Segunda feira (6 de Março), em todas as instituições do Serviço Nacional de Saúde. Desta forma, fica proibida a venda de salgados, pastelaria, pão e afins com recheios doces, charcutaria, sandes com molhos de maionese, ketchup ou mostarda, bolachas ou biscoitos muito gordos ou açucarados, guloseimas, snacks, sobremesas, refeições rápidas, chocolates grandes e bebidas com álcool. Também as máquinas de venda de bebidas quentes têm que reduzir a quantidade de açúcar que pode ser adicionado (até um máximo de cinco gramas). Em contrapartida, as máquinas têm que disponibilizar obrigatoriamente garrafas de água e devem dar prioridade a alimentos como leite simples, iogurtes, preferencialmente sem adição de açúcar, sumos de frutas e néctares, pão adicionado de queijo pouco gordo, fiambre com baixo teor de gordura e sal, carne, atum ou outros peixes de conserva e fruta fresca. A entrada em vigor deste diploma decorreu de “forma faseada e progressiva”, permitindo que as entidades do setor e as instituições de saúde se adaptassem aos seus princípios orientadores. O diploma entrou em vigor a 6 de setembro, mas as instituições tiveram seis meses (até hoje) para rever os contratos que tivessem em vigor de exploração de máquinas de venda automática. Contudo, este prazo destina-se apenas às instituições cujos contratos em vigor não impliquem o pagamento de indemnizações ou de outras penalizações”. (In Expresso)
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Como conseguir resistir aos hidratos de carbono

Todos nós já ouvimos dizer que os hidratos de carbono são das coisas que mais engordam! Desde farinhas processadas aos cereais com açúcar, etc., etc. O facto de não conseguir resistir aos hidratos e, principalmente, de os comer, pode causar mudanças no seu metabolismo e na glicémia, que podem levar ao aumento de peso, nas zonas erradas. Mas, porque é que não consegue resistir aos hidratos? Já pensou nisso? A comida é um vício e há que ter a noção disso. Claro que precisamos de nos alimentar e não estamos a dizer para nunca mais comer! Agora, queremos que saiba que a comida, principalmente, os açúcares, o sal, as gorduras e os hidratos (sim, todas as coisas que já sabe que fazem mal) são um vício e podem afectar o funcionamento do cérebro. O cérebro tem uma pequena zona de prazer e, quando ele sente que lhe dão esse prazer (por exemplo, come hidratos de carbono), ele vai sempre querer mais. Tal como um alcoólico. E o que é que acontece? Hoje dá-lhe um bocadinho de pão (ao corpo e ao cérebro), amanhã come um prato com arroz e depois, no dia a seguir, cereais ao pequeno almoço. E isto torna-se um ciclo vicioso. Come em excesso, durante vários dias. E, daí advém, a grande dificuldade de acabarmos com os açúcares, o sal ou os hidratos. Porque você alimenta, constantemente, este ciclo. Então e o que é que deve fazer? Primeiro que tudo, tem de pensar que CONSEGUE resistir. Os primeiros tempos são sempre aqueles mais difíceis porque, tal como em todos os vícios, o cérebro vai estar a pedir-lhe, constantemente, para que o “alimente” com hidratos (por exemplo). E depois faz chantagem consigo e, a primeira coisa que vai fazer, é mexer com as suas emoções. Vai-lhes dizer para o fazerem sentir-se triste, ansioso ou mesmo zangado e irritado. Tenha calma, isto são só os primeiros tempos e, garanto-lhe, que isso passa e que você consegue ser mais forte do que o cérebro! Só custa começar e dar o primeiro passo… Coma alimentos termogénicos, ou seja, alimentos que queimam as suas próprias calorias e aceleram o metabolismo. Pode, por exemplo, fazer: Sumo de tomate e adicionar uma colher de rábano picante. Depois de beber isto, as restantes refeições não podem conter hidratos de carbono; Coloque uma colher de piri piri nos legumes e na carne que comer. O picante é muito importante, pois aumenta o consumo de energia do corpo e ainda aumenta a oxidação de gorduras. Portanto, siga alguma destas dicas para conseguir resistir, mais facilmente, aos hidratos de carbono. Hoje pode ser difícil, contudo, amanhã será certamente mais fácil… Tudo isto é uma questão de treino, que se tornará num novo hábito!
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Muitas crianças consomem mais sal que os pais

Recentemente, saiu um estudo sobre o consumo de sal nas crianças, levado a cabo por Jorge Cotter, que contou com mais de 300 crianças entre os 10 e os 15 anos, de uma escola básica 2,3 de Guimarães. “A ingestão de sal continua a ser muito acima do que é recomendável e não há qualquer evolução positiva, antes pelo contrário há uma ligeira tendência para o aumento do consumo de sal”, afirmou Jorge Cotter. Avaliaram a excreção de sódio na urina de pais e crianças num período de 24 horas, assim como a pressão arterial e o peso e altura das crianças. Segundo o investigador, constatou-se que 60% das crianças ingerem mais sal do que os pais, um dado que foi divulgado no 11º Congresso Português de Hipertensão. O investigador não consegue apresentar razões efetivas para esta diferença, mas alerta apenas que as recolhas de urina foram realizadas durante um fim de semana, para avaliar mais o ambiente familiar, o que impede de inferir conclusões ou atribuir responsabilidades à alimentação escolar. “Isto mostra que tem falhado a mensagem para que, nas crianças, a ingestão de sal seja diminuída. E não só a mensagem como as medidas de ordem prática.   Contudo, quanto à medição da pressão arterial nas crianças, a prevalência da hipertensão na população analisada neste estudo tende a parecer mais baixa do que noutros estudos. Jorge Cotter considera que a intervenção para reduzir o consumo de sal nas crianças tem de ser ativa, prática e continuada no tempo, devendo começar precocemente e antes da adolescência.
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O que andamos nós a comer?

“Somos o que comemos”. Não há nenhuma dúvida para pensarmos assim. Estudos comprovam-nos; a genética comprova-o e, nós próprios, conseguimos entende-lo. Mas, independentemente daquilo que comemos, o que será que está por detrás desses alimentos? Será que, ao comprarmos um frango no talho do supermercado estamos, efectivamente, a comer de forma saudável? Como será que foi esse frango criado? Que hormonas poderá ele ter levado? Será que, ao comprarmos um pacote de bolachas para os nossos filhos elas são, efectivamente, mais saudáveis só porque não têm, por exemplo, chocolate? Como é que podemos nós saber isto? Como é que podemos nós saber aquilo que comemos? Primeiro que tudo, é importante conhecermos o sítio onde compramos as coisas. Ou seja, um supermercado garante qualidade, sim, mas se calhar o frango do campo que a sua família cria é bem mais saudável. Ou, se calhar, o peixe fresco vendido nos mercados, tem mais qualidade. Portanto, este é o primeiro ponto, saber de onde vêm e quais as origens dos produtos que compra. Depois, há que ter em atenção um outro aspecto. Eu diria que é mesmo um ponto fulcral, no processo de aquisição de alimentos. A leitura dos rótulos. E onde é que nós, cidadãos comuns, podemos aprender a ler os rótulos? Não nascemos ensinados e, se por acaso, decidirmos não ser nutricionistas, como podemos perceber alguma coisa? Claro está, que hoje em dia há informação por todo o lado mas, com o tempo escasso que temos, certamente será mais difícil. Portanto, o primeiro aspeto a ter em conta é que quando os rótulos têm muita coisa escrita e não consegue perceber nem metade, é porque algo está mal e não deve comprar esse “alimento”. Segundo ponto: atenção ao açúcar e ao sal. Não são só as bolachas de chocolate que têm açúcar. Não são só os pacotes de batatas fritas que têm sal. Há uma série de alimentos que contêm estes “inimigos” e, quanto mais escondido isso tiver, melhor. O consumidor pode não reparar e, desta forma, o produto poderá ser adquirido mais facilmente. Às vezes ponho-me a pensar… Como tudo isto pode ser uma jogada de marketing! Como nós, cidadãos comuns, podemos ser persuadidos a comprar aquilo que querem que nós compremos. Por vezes não temos culpa, claro. Mas, outras vezes, podemos fazer alguma coisa para mudar. E, primeiramente, será compreendermos esta jogada de marketing (que eu entendo que tenha de ser feita, atenção). Percebermos como nos querem manipular e não deixarmos que isso aconteça. Pelo menos, todas as vezes que formos adquirir produtos alimentares. Bem, mas continuando com a leitura dos rótulos, é preciso ter um mínimo de conhecimento sobre os aditivos que prejudicam a nossa saúde e o nome dos mesmos. Evite comprar produtos com adoçantes, E621, corantes artificiais e/ou gordura hidrogenada. Muita atenção e cuidado com os E (exceto o E16oa; E16od; E161). E não se esqueça que muitos dos sabores que nos agradam são produzidos em fábricas, através de processos químicos. É um mundo sempre em crescimento e onde temos sempre algo a aprender. Dedique um pouco do seu tempo a isto porque é, realmente, muito importante para si, para a sua saúde e da sua família. Não deixe que os rótulos dos alimentos ou os produtos comprados sem garantia e qualidade possam afectar a sua saúde e, consequentemente, a sua qualidade de vida.
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