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Sentimentos que pesam toneladas

Tudo ou quase tudo aquilo que fazemos no nosso dia a dia está associado aos sentimentos. Se estamos mais tristes, temos um determinado comportamento; se estamos mais contentes, temos outro. Isto porque os sentimentos influenciam a nossa perceção e a nossa interpretação sobre determinados acontecimentos, sobre a nossa motivação, sobre o nosso humor e também sobre a maneira como nos comportamos em certas situações. Nem as pessoas mais “frias” conseguem desvincular-se dos sentimentos; podem é agir de forma diferente.   Então que tipo de sentimentos cultivamos dentro de nós? Que tipo de sentimentos cultiva dentro de si? Vou-lhe dar um pequeno exemplo. Imagine que está num processo de emagrecimento. Está a seguir a dieta que o nutricionista lhe passou; mas teve ontem uma festa de anos e não resistiu e comeu duas fatias do bolo de aniversário e ainda uma fatia de pão. Como interpretou este seu comportamento? Se o interpretou como um fracasso e sentiu-se um derrotado, então irá agir como tal. O próximo passo será cometer mais deslizes e, posteriormente, deixar a dieta e a tentativa de emagrecer. Mas imagine outro cenário. Imagine que interpretava este comportamento como uma nova oportunidade de aprender e de não fazer novamente. O que acontecerá? Desenvolverá estratégias para evitar ter mais este tipo de deslizes. Ou seja, sentirá que evoluiu. Apesar do tal deslize, o seu pensamento foi outro, assim como os seus sentimentos. Em vez de se sentir frustrado e sem confiança em si mesmo, sentiu que poderia ter forças para não voltar a fazê-lo novamente e principalmente forças para não desistir da dieta. Ou poderá ainda pensar que foi apenas um deslize, mas que estes deslizes fazem parte e todos nós somos seres humanos e cometemo-los. Uma asneirinha hoje, mas que não põe em causa nada do que já fez até aqui e do que irá fazer futuramente. Não pode é entrar no ciclo vicioso, “já que fiz ontem uma asneira, vou fazer hoje também”; “agora que fiz isto já não vale a pena continuar a dieta”; etc., etc. O problema não é o problema! Mas sim a forma como pensa sobre o problema. Isso sim faz toda a diferença e isso sim influenciará todas as suas emoções e sentimentos. Portanto, chega de pensar que é fraco, que não vai conseguir, que emagrecer não é para si, etc. etc. Tenha outra atitude! Não desista de si próprio! Pensamentos bons, levam-nos a ter sentimentos bons; sentimentos que vão deixar de pesar toneladas nos seus ombros!
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18º Aniversário das Clínicas EM FORMA

E fazemos 18 anos! Nestes 18 anos tratámos mais de 12 mil pessoas, quer nas áreas médicas, de onde destacamos a Diabetologia, Emagrecimento, Psicologia Clínica e Nutrição; quer nas áreas da medicina complementar, onde fomos pioneiros, destacando a Osteopatia na resolução de problemas de coluna e articulares, a Homeopatia, Acupuntura, Naturopatia e Medicina Quântica. Mas foi, sem dúvida, na área da Estética Clínica que ganhamos projeção nacional, desde logo tendo sido considerados num estudo com cliente mistério que envolveu cerca de 20 clinicas em todo o País, os melhores no tratamento da Celulite. É com orgulho e satisfação que recebemos, nas nossas clínicas, pessoas vindas de todo o País e  Estrangeiro . O sucesso que atingimos impele-nos a fazer melhor a desenvolver novas soluções .   Neste 18º Aniversário as prendas são para si! Temos 50% em todos os tratamentos estéticos de corpo e rosto, até dia 9 de Dezembro 2016. E temos ainda três tratamentos novidade, que lhe daremos a conhecer esta semana. Fique atenta!     Este é um momento de grande Felicidade!   Com amizade estamos cá, todos os dias para cuidar de si e da sua família! A Equipa EM FORMA!
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O bicho papão da Adolescência

O período da adolescência pode realmente tornar-se caótico, tanto para os pais como para os próprios adolescentes. Este bicho papão que surge, sem dizer quando nem onde, deve ser encarado de forma tranquila e, acima de tudo, o diálogo e a comunicação devem ser primordiais na relação pais e filhos. Para falarmos na adolescência não podemos falar somente do adolescente. Temos de o ver no seu todo e, para isso, é essencial a abordagem da família, da escola, dos amigos, da sociedade e da personalidade e desenvolvimento emocional do próprio adolescente. Todos estes fatores interligam-se e vão ser fulcrais para a formação destes jovens, tanto física como psicologicamente. Sabemos que esta é uma fase de sofrimento. Isso está provado cientificamente e todos nós passamos por tais angústias, medos, desilusões e anseios. Tudo isso faz parte e é normal. Mas, ainda assim, hoje tudo pode ser vivido de forma angustiante e amanhã tudo pode ser vivido de forma maravilhosa. Há uma dualidade de emoções, também muito caraterística e patente nesta fase, em que tudo é uma nova descoberta. Portanto, todas estas inquietações são perfeitamente contornáveis e há que ter isso em conta. O importante é que a família esteja sempre com atenção ao comportamento do adolescente. Se este se tornar muito repetitivo e fora do “normal” aí deverão procurar ajuda especializada. Contudo, esta fase bicho papão também tem as suas coisas boas. A imensidão de possibilidades que os adolescentes têm e as oportunidades únicas para crescer, para se formarem enquanto indivíduos com princípios, valores e ética. Mas, para tal, o papel da família, escola e amigos tem uma importância peculiar. Há que saber impor os limites e as regras. Isso é fundamental para um adolescente, mesmo que ele não goste nem aprove (isso vai ser demonstrado várias vezes). A mãe e o pai têm de saber delimitar territórios e impor os limites com rigor, mas nunca à toa. Além disso, é fundamental também elogiar o adolescente, quando este tem atitudes que o permitam. Ele irá sentir-se acarinhado e importante e isso é essencial para o seu desenvolvimento. Elogie, elogie e volte a elogiar… Poderá também dar uma recompensa, se assim fizer sentido. Mas quando for para “ralhar” também terá de saber fazê-lo. Comunicar e saber falar são os pontos chave e o segredo para que tudo seja mais fácil. Educar os filhos tendo por base os sentimentos. Proporcionar-lhes recursos emocionais para enfrentar a sociedade. Serem o equilíbrio emocional nesta fase tão desequilibrada. Este deverá ser o papel dos pais. Como fazer isso? Com muito amor, mas com muitas regras. Com muita paciência, mas com limites. Com muita dedicação e compreensão, mas com um discurso que nem sempre será o que os filhos querem ouvir. Hoje o dia pode ser péssimo, mas amanhã tudo muda. E isso faz parte! E afinal de contas o bicho papão acabará sempre por passar…
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Como ter força de vontade para emagrecer?

Muitas pessoas falam da força de vontade como algo inalcançável e impossível. “Nunca conseguirei emagrecer porque não tenho força de vontade”; “eu sei tudo o que devo fazer, mas não tenho força de vontade”; “se eu tivesse força de vontade conseguiria todos os meus objetivos na vida”. Toda a gente tem força de vontade. Toda a gente, repito. É preciso é trabalhá-la. Certamente que há pessoas com mais pré-disposição para conseguirem coisas que, por exemplo, a outros custa tanto. Há pessoas que conseguem “sacrificar-se” mais do que outras, e isso é tudo verdade. Contudo, não há pessoas que não tenham força de vontade. Pode é haver pessoas que não querem ter força de vontade. E isso é outra história. Imagine que a força de vontade é como um músculo. E os músculos têm de ser exercitados. Neste caso, a força de vontade tem de se praticar, de se repetir várias e várias vezes para depois ser um comportamento adquirido e mecânico, feito sem pensar. Portanto, começamos já com uma escolha: ou exercitamos este músculo ou deixamo-lo atrofiar. Se deixarmos atrofiar, então não ganharemos nada com isso, é certo. Mas é uma escolha. Se quisermos exercitá-lo então há vários truques para que isso possa ser feito. Primeiro que tudo perceber que ter força de vontade é uma qualidade, pois permite-nos realizar aquilo que normalmente não é fácil, como é o caso do emagrecimento. A força de vontade treina-se consoante os objetivos a que nos propomos e as situações vividas. Por exemplo, no caso do emagrecimento, o primeiro passo é começar a perceber o porquê de querer emagrecer. Para se sentir melhor consigo próprio? Para ter mais energia? Para conseguir brincar com os seus filhos? Para ter mais saúde? Para poder olhar ao espelho e gostar de si próprio? Qual os objetivos que o levam a querer emagrecer?  Quais são as vantagens de o fazer? E as desvantagens? Tudo isto levará a que fique com uma maior motivação e, consequentemente, força de vontade para o que aí vem. Depois de tudo isto, há que re-fazer toda a ideia que tem de dieta. Esta não é mais uma dieta, nem poderá ser feita de forma idêntica às outras, senão o resultado será o mesmo: desistência. Há novas formas de fazer pratos deliciosos e saudáveis, que os nutricionistas têm para lhe oferecer. Ao ter força de vontade, automaticamente irá ganhando certas coisas, num curto espaço de tempo. Reforça a sua autodisciplina a todos os níveis; não para nem desiste diante o fracasso; começa a perceber aquilo que realmente quer e é importante para si, a ter objetivos claros e definidos; tolera os seus impulsos mais facilmente e suporta todas as privações que irá fazer. Portanto isto é tudo uma bola de neve – mais força de vontade, mais motivação, mais aspetos positivos associados ao seu EU emocional e social, mais objetivos conseguidos e mais vitórias ganhas. É um treino diário que no início custa, mas depois torna-se um hábito que já não vai querer largar, tal como o exercício físico. Comece já hoje para amanhã perceber que é tão bom conseguir os seus objetivos e que nem custa assim tanto! É somente um treino da mente. Procure um psicólogo que o ajudará nesse treino.
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Olá Setembro…

Novo mês... Novas metas... Novos objetivos... O que fazer neste mês de Setembro que, para muitos, é sinónimo de vida nova?
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Depressão: onde está a luz ao fundo do túnel?

Muitas vezes sentimo-nos tristes e perdidos. Não sabemos mais o que fazer e como fazer. Achamos que é normal isso acontecer, devido a uma situação mais grave na nossa vida (por exemplo, a morte de alguém). Concordo consigo e a tristeza, nessas situações é, de facto, uma reacção normal e muito importante.
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A auto-estima nas crianças

Desde muito cedo que a educação e os valores que transmitimos aos nossos filhos têm um papel fulcral no desenvolvimento da sua personalidade, identidade e… auto estima! Mas como podemos nós trabalhar a auto-estima com as crianças? Descubra no artigo.
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