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Compulsão alimentar

Comemos porque temos necessidade disso, é um facto mas, muitas vezes, comemos demais. Já estamos saciados mas, ainda assim, temos de comer mais qualquer coisa. Até aqui tudo bem, quem não o faz? Contudo, existem pessoas que comem (grandes quantidades de comida), sem fome, e não conseguem parar de o fazer. A isso chamamos Compulsão Alimentar. Pessoas que comem grandes quantidades de comida num determinado espaço de tempo, mesmo quando já não têm fome, até se sentirem desconfortavelmente cheias ou agoniadas. Obviamente que estes episódios são recorrentes e não acontecem isoladamente. Mas, o que leva uma pessoa a ter este tipo de comportamento? Primeiro que tudo, é essencial perceber que cada pessoa é única e tem caraterísticas individuais. E, portanto, este problema surge devido a variadas causas, como por exemplo, baixa auto estima, questões emocionais e afetivas, tentativas frustradas de controlo de peso, falta de controlo sobre si próprio, entre outros. E o que acontece, então? A pessoa começa a comer de forma compulsiva, como forma de compensação de emoções e/ou compensações. Este é um problema psicológico que tem de ser tratado e travado a tempo. Procure a ajuda de um psicólogo! E seja feliz, aprendo a controlar os seus impulsos.  
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Regresso às aulas

Hoje começaram as aulas em todo o país... Stress, ansiedade, nervosismo... O que fazer? O que sentir? A Drª Mafalda Leitão explica-nos.
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Dispa o Seu Stress

Vive em constante stress? Muita coisa o deixa ansioso ou irritado? Então este artigo é para si. Descubra várias formas para lidar e saber gerir o seu stress.
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Nestas férias descubra a cor que o faz feliz!

O que significam para si as férias? Certamente que, para muitos, esta pode ser uma pergunta descabida; porque férias são somente sinónimo de coisas boas – descanso, diversão, praia, amigos, família, tranquilidade, etc. Mas, no entanto, há muitas outras pessoas para quem isto não é verdade. Há pessoas que vivem para o trabalho (seja por que motivo for) e não querem sequer pensar em deixar de trabalhar. As férias, neste caso, são sinónimo de depressão. Há outras pessoas que não se sentem bem consigo próprias e isolam-se neste período de tempo, em que a praia ou a piscina parecem ser os únicos programas viáveis. Há outras pessoas que não têm ninguém e, portanto, estarem de férias pode significar (ainda) mais tristeza, desamparo, melancolia e sentimento de solidão.   Portanto, o significado da palavra férias depende muito do nosso estado emocional e da forma como estamos a viver a nossa vida?!   Já parou para pensar na forma como vive o seu dia a dia? Está a fazer aquilo que realmente quer? Aquilo que realmente o poderá fazer feliz? Consegue esboçar um sorriso, todos os dias, e agradecer o facto de estar vivo?   Pense nisso! Se for difícil pensar muito nestas coisas, é porque se calhar há algo que tem de ser mudado. Seja em si, seja na sua vida, seja no que o rodeia.   Mas (e há sempre um mas) vamos pensar em coisas boas! Mesmo que, neste momento, sinta que toda a sua vida está pintada de cores mais escuras, que o fazem sentir triste e ansioso, procure uma cor que o pode fazer feliz. Pelo menos um bocadinho feliz… Acha que nesse turbilhão de cores escuras, consegue encontrar um cinzento claro? Um branco? Talvez um azul escuro, a tender para o azul claro? Eu sei que é possível. E sabe porquê? Porque há sempre alguma coisa, seja o que for, que nos pode fazer sentir melhor. Sentir que realmente vale a pena estarmos vivos. Quando tudo parece desabar, haverá sempre alguma coisa que nos levará a erguer. Qual é a cor que brilha na sua vida? Qual é a cor que encontra e que o ajudará a viver de forma feliz? Pense nisso! Descubra a sua cor mágica! Seja feliz! E aproveite as férias… Aproveite a vida!
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A Felicidade traz-lhe mais saúde!

Boas notícias!!! A felicidade traz mesmo saúde! Já sabemos que a saúde psicológica está muito dependente das emoções e agora, num novo estudo entre investigadores da Universidade de Virginia, Universidade de Utah e da Universidade da Califórnica, também ficamos a saber que estar feliz é um sinónimo de mais saúde física. Publicado na revista científica Applied Psychology: Health and Well-Being, o estudo concluiu que as pessoas que estão felizes tendem a cuidar mais de si e a ter comportamentos mais saudáveis, dois fatores que, por si só, contribuem ativamente para uma melhor saúde – as pessoas felizes tendem a fazer mais exercício físico, a ter uma alimentação saudável e a garantir uma boa qualidade de sono, um trio fundamental para a prevenção de doenças como a diabetes, a obesidade, as patologias cardiovasculares e ainda o envelhecimento precoce.    16 emoções positivas que lhe trazem mais saúde: O entusiasmo; interesse; determinação; euforia; diversão; inspiração; alerta; atividade; força; orgulho; atenção; felicidade; relaxamento; alegria; estar à vontade; calma.   16 emoções negativas, mas que não têm impacto na inflamação do corpo: Estar assustado; ter medo; chateado; angústia; tensão; nervosismo; vergonha; culpa; irritação; hostilidade; cansaço; lentidão; sonolência; tristeza; humor em baixo (ligeiramente depressivo); sonolência.   SEJA FELIZ!!!!!
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Não tenho tempo para emagrecer!

Muitas vezes a falta de tempo é a desculpa perfeita que arranjamos para não dar o tal passo que nos poderá fazer mudar de vida. Sabemos que precisamos de emagrecer, mas sabemos que é um caminho difícil e que nos assusta. Então ficamos na nossa vida monótona e na nossa rotina que nos faz engordar cada vez mais e mais… Tudo porque temos medo da mudança! E da falta de tempo… Sim! Achamos que não teremos tempo para nos comprometermos com esta nova vida. Temos uma rotina tão stressante, que não teremos tempo para emagrecer, para cuidar de nós. Para pensar sequer em nós próprios. Ir ao supermercado e perder mais tempo a escolher os alimentos certos. Perder 1 hora a fazer exercício físico por dia; mais outra hora para ir, estacionar, tomar banho e vir para casa. São logo duas horas. É impossível perder duas horas (com boa vontade 1:30h) durante o dia. Nem que seja apenas e somente três vezes por semana. É impossível.   Mas quer saber uma coisa? Tem tempo. Eu garanto-lhe que tem. Se não tem uma hora do seu dia para fazer exercício físico, tem certamente 30 minutos. 30 minutos não é nada. Passam a correr. E não farão assim tanta diferença no seu dia a dia. Mas farão toda a diferença na sua vida, no seu bem estar e no seu envelhecimento saudável. O importante não é o tempo que leva a fazer exercício; a ir às compras ou a organizar a sua alimentação; o importante é a forma como faz essas coisas. E talvez a grande novidade e mudança nos tempos de hoje seja mesmo isso: otimizar o tempo! Aprender a gerir e a organizar o seu tempo disponível!   Se só tem 30 minutos para fazer exercício então vamos a isso. Vamos otimizar esses 30 minutos, fazendo um exercício físico de alta intensidade, que ajuda a emagrecer e a ganhar massa muscular. Se só tem 30 minutos por dia para ir às compras, então vamos aproveitá-lo e comprar produtos frescos, por exemplo. Vá ao mini mercado ao pé da sua casa ou na sua hora de almoço. E vá sem fome e com uma lista daquilo que necessita mesmo! Organizar os seus dias alimentares? O que comer em cada dia? Não tem tempo para isso? Claro que tem. Tire um dia da semana (pode ser ao domingo, se conseguir), tire cerca de uma hora e mãos à obra. Faça sopa, peixe no forno, legumes cozidos, saladas frescas, gelatina, fruta fresca, carnes grelhadas e coloque tudo em taparueres. Vá comendo durante a semana. Se tem filhos, as coisas podem ser mais difíceis (mas não impossíveis). Mas já que tem de cozinhar para eles, aproveita e junta o útil ao agradável: cozinha para eles e cozinha simultaneamente também para si!   Vamos lá! A falta de tempo já deixou de ser desculpa há muito tempo 🙂 E já dizia o Einstein “A falta de tempo é a desculpa daqueles que perdem tempo por falta de método”.
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As 3 perguntas mágicas que o ajudarão a emagrecer!

Todos sabemos que estar num processo de emagrecimento é muito difícil e há momentos (como em tudo na vida), que só nos apetece desistir e dizer basta! Todas as conquistas e vitórias, nesses momentos, não valem nada; e só conseguimos percecionar a parte negativa e as dificuldades de fazer dieta ou de tentar ter um estilo de vida mais saudável. E há momentos particulares em que o saber dizer que não é fulcral. Há momentos particulares em que se sente entre a “espada e a parede” e entre o desejo de comer e a vontade de emagrecer. Todas as pessoas passam por estas situações. Por exemplo, comer um alimento tentador ou resistir? E o que é certo, e um facto, é que quanto mais impulsivo for na sua decisão, maior a probabilidade de ceder às tentações. Ou seja, quanto menos pensar, mais erros poderá cometer. E no processo de emagrecimento é fulcral que pensemos, para que consigamos, de facto, emagrecer para sempre!   Então e como pensar sobre o assunto? Como conseguir resistir aos alimentos tentadores e saber dizer que não? Uma das técnicas essenciais é fazer estas três perguntas a si próprio e pensar sobre as mesmas. O que conclui? Que respostas obtém? Experimente!   “Ficarei bem comigo próprio depois de comer este alimento?” O grande problema não é resistir ao alimento, mas sim a forma como se sentirá depois de resistir (ou não) a esse alimento. Pense nisso! Imagine que irá ceder à tentação e comer o alimento: como é que se sentirá depois? Triste, frustrado, arrependido? E pense noutra situação: se não comer o alimento, como se sentirá? Orgulhoso, mais confiante, com um maior sentimento de auto controlo? O que é que prefere? É responsável pelos seus atos! Decida o que quer para si. A vida é feita de momento, mas o mais importante é o que fica depois desses momentos. “Há necessidade de comer isto?” Necessidade é diferente de vontade. Fome é diferente de desejo. Há que saber distinguir essas sensações e esses pensamentos. O que é a fome? O que são os desejos? “Quero lidar com as consequências emocionais que resultam da decisão de comer este alimento?” Sabemos que há sempre uma consequência para todos os nossos atos; seja boa, seja má. Há algumas consequências sobre as quais não podemos ter influência e não podemos decidir; no entanto, há outras consequências que só teremos, se decidirmos isso mesmo. Que consequências emocionais poderá ter, caso coma esse alimento? Caso não consiga resistir? Visualize essas consequências, para que a previsão criada gere uma influência sobre a sua decisão.   Estas questões irão estimular a racionalidade, o planeamento, a execução, a razão e a visualização a longo prazo. Se contarmos apenas com o nosso lado emocional, não teremos sucesso; porque este lado não quer saber do “depois” e das consequências que poderão advir. Este lado emocional tenta impedir, constantemente, o lado racional de atuar sobre as decisões que tem de tomar. Neste caso, escolha a razão! Treine a mente para perder peso e ter uma vida muito mais saudável e feliz!      (foto retirada do site: osegredo.com.br)
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