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Férias… Tempo de felicidade ou Tempo de “depressão”?

Para muitos, as férias são sinónimo de alegria, descanso, bem estar e felicidade. No fundo, é tirarmos um tempinho só para nós, estarmos com aqueles de quem mais gostamos, descansarmos, divertirmo-nos e colocar os problemas e as situações mais stressantes numa gavetinha fechada a cadeado. Isto é o cenário ideal (talvez) e o que realmente acontece para muitas pessoas. Contudo, o que é verdade para uns, não o é certamente para outros. E ainda há muitas pessoas que vivem as suas férias de forma contrária. Ou seja, há muitas pessoas que vivem as férias como uma fase deprimente e mais triste. Ou porque não têm ninguém a seu lado; ou porque não têm dinheiro para fazer umas férias como desejariam; ou porque tiveram alguma notícia negativa mais recentemente ou ainda porque não se sentem bem consigo próprias. Sim, quem não se sente bem consigo mesmo, pode viver este período de férias de forma negativa e depressiva. E porquê? Os motivos podem ser vários, como já vimos anteriormente.  O que importa é saber o que fazer e como fazer, para se sentir bem consigo, para gostar de si própria… Não só nas férias, mas durante o ano inteiro! Ao longo da nossa vida, experimentamos várias vezes (por vezes, com demasiada frequência) momentos negativos, injustiças, tristezas, frustrações, etc. E isso vai derrubando-nos, quer queiramos, quer não. Claro que cada pessoa reage da sua forma a determinados acontecimentos, no entanto, muitos de nós não conseguem avançar mais em frente e desistem. Desistem de tudo, principalmente deles próprios. E quando desistimos de nós próprios, é porque a situação está a tomar proporções graves. Todavia, seja qual tenha sido o motivo/situação que o tenham deixado assim, há que olhar para a vida de uma outra forma, com outra perspetiva. Primeiro que tudo, perceber que quase tudo aquilo que nos acontece de mal é superável e nós temos forças para conseguir ultrapassar, de forma mais ou menos rápida. E como seguir em frente? Como passar umas férias mais felizes?   1) Comece por aceitar as coisas como são – aceite que não pode controlar os acontecimentos do mundo exterior. As coisas são como são e acontecem por alguma razão. A única opção que temos é ver as situações de outra forma e pensar no que de bom pode tirar de cada situação. 2) Está na hora de pensar em si – por vezes, parece que tudo cai em cima de si: problemas, frustrações, zangas, stress, etc., etc. Isso até pode acontecer mas vai chegar um dia que terá de pensar em si. E esse dia chegou! Para conseguir resolver todos os problemas, tem de estar bem consigo próprio. Só assim terá sucesso! 3) Amanhã  é sempre um novo dia – o passado está no passado. O presente deve ser vivido com toda a intensidade e sempre com um sorriso, porque o amanhã ainda está por chegar e nós não o controlamos e não sabemos nunca se o amanhã não será o dia mais feliz das nossas vidas. 4) Aproveite as férias – com mais ou menos pessoas, com mais ou menos dinheiro, com mais ou menos motivação as férias podem (e devem) ser aproveitadas com toda a garra e determinação. E para isso não precisa de grandes coisas. Basta aproveitar os pequenos momentos para ser feliz durante as férias. E isso passa por ler um bom livro, por olhar o sol intenso e radioso, por sentir o cheiro da brisa marítima, por colocar os pés na areia, por sentir-se livre, por pensar em si e por tratar de si. Porque hoje deveria ser o primeiro dia do resto da sua vida.
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O que já fez hoje por si?

Há sempre uma lista com todos os objetivos que tem definidos para cuidar de si. Uma lista em papel, ou uma lista na sua cabeça. O que é certo é que sabe muito bem aquilo que quer. O difícil é saber como fazer… O que já fez hoje por si? Nessa lista estão uma série de sonhos, desejos… Coisas que até parecem fáceis de se concretizarem mas, por um ou outro motivo, não estão feitas… O que já fez hoje por si? O tempo vai passando… O ginásio tem apenas a sua inscrição, pois o tempo que lhe sobra não é suficiente para comparecer na passadeira ou nas aulas de grupo. As prateleiras da dispensa ainda têm chocolates e as prateleiras do frigorífico ainda não contêm todos os legumes que havia imaginado… O que já fez por si hoje? Cuidar de si era o seu foco, mas tudo o que a rodeia não permitiram que isso acontecesse. E então desiste de si, dos seus sonhos, objetivos e metas a alcançar. Esquece-se que existe e que quer ser feliz… E, por isso, deixa de se olhar ao espelho, deixa de olhar para si, para o seu corpo e deixa de perceber o quão bonita era (e se sentia) quando cuidava de si… O que já fez por si hoje? Talvez esta seja a pergunta que precisa de fazer a si própria, todos os dias, para que a sua auto estima comece a ser maior. Para que o espelho deixe de ser o inimigo. Para que o ginásio se canse de a ver todos os dias. Para que os seus filhos digam que estão “cansados” de comida saudável. Para que o seu marido olhe para si e diga “estás mais bonita que nunca”. E, principalmente, para que pense em si como uma mulher realizada, de bem com a vida, com o corpo e com a sua saúde. Faça alguma coisa por si, hoje, todos os dias. Não custa! E só vai sentir-se bem!
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Dia Mundial da Criança

Hoje celebra-se o Dia Mundial da Criança e, por isso, deixamos-lhe um pequeno artigo para que nos consciencializemos todos da importância das crianças no nosso mundo e da importância dos adultos para estas crianças... Que serão o nosso futuro!
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Dia Internacional da Família

O dia 15 de Maio assinala o Dia Internacional da Família, data escolhida pela Assembleia Geral da ONU que visa, entre outros objetivos, destacar: a importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil; reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família; chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades; sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família. O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994 e até hoje continua a ser celebrado e a ter uma grande importância para todas as pessoas. No fundo, a família é sempre a coisa mais importante da nossa vida, não? Seja a família de origem, a família que nos criou ou a família que criamos com alguém que amamos. Estamos certos de que o pilar família faz de nós melhores pessoas e ajuda-nos nos piores momentos da vida. Mas, para estarmos bem com a nossa família, temos de estar bem connosco próprios. É isso que defendemos nas Clínicas EM FORMA! Esteja bem consigo próprio para conseguir estar a 100% para os outros. Todos os dias trabalhamos por si e para si, para que consiga esta sinergia entre si mesmo e os outros. Feliz Dia Internacional da Família!
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10 dicas para ser FELIZ!

Todos queremos alcançar a Felicidade, seja de que forma for. Por vezes pensamos até que temos de fazer grandes feitos para que isso aconteça. Nada de mais errado. Pode ser nas pequenas coisas que encontra a felicidade… Deixamos-lhe 10 dicas para ser FELIZ!   Concentre-se nas coisas positivas Esqueça as coisas que não têm importância Sorria constantemente Faça exercício físico Deixe de se preocupar tanto Dê mais e espere menos Não siga os seus sonhos! Atropele-os! Durma bem Ame-se, tal e qual como é Agradeça por tudo aquilo que tem   SEJA FELIZ! Sem medos…
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Feliz Dia Internacional da Felicidade

O que o torna feliz? A nós, o que nos torna felizes, é tratar das nossas clientes e ver a felicidade com que ficam depois de se olharem ao espelho! Obrigada e que sejamos sempre felizes…
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A Dieta do Mau Humor

Quando começamos uma dieta pensamos logo, à partida, que as nossas emoções vão mudar: menos paciência para lidar com o marido, menos energia para brincar com os filhos… Daí que muita gente lhe chame a dieta do mau humor.
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À conversa sobre Hábitos Tóxicos

A nossa psicóloga, Mafalda Leitão, foi falar sobre hábitos tóxicos, ao programa Faz Sentido. Deixamos-lhe aqui o vídeo, para ficar a saber que hábitos tóxicos podem ser estes e, mais importante que tudo, como se livrar deles…
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Como alcançar a motivação para perder peso

Sabemos que a obesidade é uma doença que afeta milhões de pessoas, em todo o mundo; e sabemos também que tem consequências terríveis para a saúde de um indivíduo. Há até mesmo quem defenda que “pela primeira vez na história da sociedade moderna, uma geração está em risco de reverter, em vez de aumentar, a esperança média de vida” (Daniels, 2006). Associado às consequências físicas, vêm as consequências psicológicas, que são uma preocupação constante para quem trabalha com esta temática mas, sobretudo, para quem a vive. Claro está que quando falamos nesta doença, não podemos focar-nos somente na pessoa; há várias valências que devem ser estudadas e trabalhadas, nomeadamente a família, a escola (se falarmos de obesidade infantil), o sistema de saúde, o governo, a indústria e os media. Mas isso são outras questões que não importam abordar minuciosamente aqui… A relação entre a obesidade e as variáveis psicológicas e sociais é de extrema complexidade, pois estas podem ser desencadeadoras da obesidade, uma consequência da obesidade, podem estar associadas à obesidade e podem ainda afetar a própria intervenção na obesidade (Hassink 2007). Depressão, ansiedade, isolamento, stress psicossocial, baixa auto estima, são tudo problemas que estão na eminência de surgir (ou que já se manifestaram antes).   Mas há recursos psicológicos internos existentes em cada um de nós que podem ser usados, quando são benéficos e adaptativos, e que podem ser muito importantes no comportamento de autoregulação e, consequentemente, na perda de peso. De acordo com isto, e com a Teoria da Autodeterminação (Deci and Rayan, 1985), sabe-se que existem três necessidades psicológicas básicas que, quando satisfeitas, aumentam a motivação e a saúde mental. Essas três necessidades são: a competência (sentimento de confiança na realização de uma tarefa), a autonomia (perceção de liberdade de escolha, vontade própria na tomada de decisões) e as relações positivas (vontade de estar com os outros, cuidando-se e sendo cuidado por estes). Quando temos indivíduos que não conseguem promover estas suas habilidades, há que conseguir ajudá-los. Neste caso, a ajuda de um psicólogo é fundamental, nomeadamente, no suporte à autonomia (ouvir com empatia; fornecer racionais para a mudança, proporcionar escolhas, etc.); na estrutura (feedback preciso e realista em relação ao resultado do comportamento) e o envolvimento (o compromisso genuíno no apoio ao bem estar).   Portanto, com estas três necessidades psicológicas básicas, o indivíduo ficará mais motivado para conseguir aquilo que quer. Neste caso, a perda de peso. E segundo vários autores, a motivação parece ser a variável mais crítica na manutenção da mudança (Ryan & Deci, 2000). É maximizando as possibilidades da pessoa experienciar autonomia, competência e relacionamento positivo, que a autoregulação dos comportamentos saudáveis é mais provável que seja internalizada e a mudança de comportamento seja mantida.   Bibliografia: Mangia, P. (2012). Aventura Social: Promoção de Competências e do Capital Social para um Empreendedorismo com Saúde na Escola e na Comunidade. Volume 1 – Estado da Arte: Princípios, actores e contextos.
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