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O que já fez hoje por si?

Há sempre uma lista com todos os objetivos que tem definidos para cuidar de si. Uma lista em papel, ou uma lista na sua cabeça. O que é certo é que sabe muito bem aquilo que quer. O difícil é saber como fazer… O que já fez hoje por si? Nessa lista estão uma série de sonhos, desejos… Coisas que até parecem fáceis de se concretizarem mas, por um ou outro motivo, não estão feitas… O que já fez hoje por si? O tempo vai passando… O ginásio tem apenas a sua inscrição, pois o tempo que lhe sobra não é suficiente para comparecer na passadeira ou nas aulas de grupo. As prateleiras da dispensa ainda têm chocolates e as prateleiras do frigorífico ainda não contêm todos os legumes que havia imaginado… O que já fez por si hoje? Cuidar de si era o seu foco, mas tudo o que a rodeia não permitiram que isso acontecesse. E então desiste de si, dos seus sonhos, objetivos e metas a alcançar. Esquece-se que existe e que quer ser feliz… E, por isso, deixa de se olhar ao espelho, deixa de olhar para si, para o seu corpo e deixa de perceber o quão bonita era (e se sentia) quando cuidava de si… O que já fez por si hoje? Talvez esta seja a pergunta que precisa de fazer a si própria, todos os dias, para que a sua auto estima comece a ser maior. Para que o espelho deixe de ser o inimigo. Para que o ginásio se canse de a ver todos os dias. Para que os seus filhos digam que estão “cansados” de comida saudável. Para que o seu marido olhe para si e diga “estás mais bonita que nunca”. E, principalmente, para que pense em si como uma mulher realizada, de bem com a vida, com o corpo e com a sua saúde. Faça alguma coisa por si, hoje, todos os dias. Não custa! E só vai sentir-se bem!
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Dia Mundial da Criança

Hoje celebra-se o Dia Mundial da Criança e, por isso, deixamos-lhe um pequeno artigo para que nos consciencializemos todos da importância das crianças no nosso mundo e da importância dos adultos para estas crianças... Que serão o nosso futuro!
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Dia Internacional da Família

O dia 15 de Maio assinala o Dia Internacional da Família, data escolhida pela Assembleia Geral da ONU que visa, entre outros objetivos, destacar: a importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil; reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família; chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades; sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família. O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994 e até hoje continua a ser celebrado e a ter uma grande importância para todas as pessoas. No fundo, a família é sempre a coisa mais importante da nossa vida, não? Seja a família de origem, a família que nos criou ou a família que criamos com alguém que amamos. Estamos certos de que o pilar família faz de nós melhores pessoas e ajuda-nos nos piores momentos da vida. Mas, para estarmos bem com a nossa família, temos de estar bem connosco próprios. É isso que defendemos nas Clínicas EM FORMA! Esteja bem consigo próprio para conseguir estar a 100% para os outros. Todos os dias trabalhamos por si e para si, para que consiga esta sinergia entre si mesmo e os outros. Feliz Dia Internacional da Família!
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10 dicas para ser FELIZ!

Todos queremos alcançar a Felicidade, seja de que forma for. Por vezes pensamos até que temos de fazer grandes feitos para que isso aconteça. Nada de mais errado. Pode ser nas pequenas coisas que encontra a felicidade… Deixamos-lhe 10 dicas para ser FELIZ!   Concentre-se nas coisas positivas Esqueça as coisas que não têm importância Sorria constantemente Faça exercício físico Deixe de se preocupar tanto Dê mais e espere menos Não siga os seus sonhos! Atropele-os! Durma bem Ame-se, tal e qual como é Agradeça por tudo aquilo que tem   SEJA FELIZ! Sem medos…
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Feliz Dia Internacional da Felicidade

O que o torna feliz? A nós, o que nos torna felizes, é tratar das nossas clientes e ver a felicidade com que ficam depois de se olharem ao espelho! Obrigada e que sejamos sempre felizes…
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A Dieta do Mau Humor

Quando começamos uma dieta pensamos logo, à partida, que as nossas emoções vão mudar: menos paciência para lidar com o marido, menos energia para brincar com os filhos… Daí que muita gente lhe chame a dieta do mau humor.
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À conversa sobre Hábitos Tóxicos

A nossa psicóloga, Mafalda Leitão, foi falar sobre hábitos tóxicos, ao programa Faz Sentido. Deixamos-lhe aqui o vídeo, para ficar a saber que hábitos tóxicos podem ser estes e, mais importante que tudo, como se livrar deles…
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Como alcançar a motivação para perder peso

Sabemos que a obesidade é uma doença que afeta milhões de pessoas, em todo o mundo; e sabemos também que tem consequências terríveis para a saúde de um indivíduo. Há até mesmo quem defenda que “pela primeira vez na história da sociedade moderna, uma geração está em risco de reverter, em vez de aumentar, a esperança média de vida” (Daniels, 2006). Associado às consequências físicas, vêm as consequências psicológicas, que são uma preocupação constante para quem trabalha com esta temática mas, sobretudo, para quem a vive. Claro está que quando falamos nesta doença, não podemos focar-nos somente na pessoa; há várias valências que devem ser estudadas e trabalhadas, nomeadamente a família, a escola (se falarmos de obesidade infantil), o sistema de saúde, o governo, a indústria e os media. Mas isso são outras questões que não importam abordar minuciosamente aqui… A relação entre a obesidade e as variáveis psicológicas e sociais é de extrema complexidade, pois estas podem ser desencadeadoras da obesidade, uma consequência da obesidade, podem estar associadas à obesidade e podem ainda afetar a própria intervenção na obesidade (Hassink 2007). Depressão, ansiedade, isolamento, stress psicossocial, baixa auto estima, são tudo problemas que estão na eminência de surgir (ou que já se manifestaram antes).   Mas há recursos psicológicos internos existentes em cada um de nós que podem ser usados, quando são benéficos e adaptativos, e que podem ser muito importantes no comportamento de autoregulação e, consequentemente, na perda de peso. De acordo com isto, e com a Teoria da Autodeterminação (Deci and Rayan, 1985), sabe-se que existem três necessidades psicológicas básicas que, quando satisfeitas, aumentam a motivação e a saúde mental. Essas três necessidades são: a competência (sentimento de confiança na realização de uma tarefa), a autonomia (perceção de liberdade de escolha, vontade própria na tomada de decisões) e as relações positivas (vontade de estar com os outros, cuidando-se e sendo cuidado por estes). Quando temos indivíduos que não conseguem promover estas suas habilidades, há que conseguir ajudá-los. Neste caso, a ajuda de um psicólogo é fundamental, nomeadamente, no suporte à autonomia (ouvir com empatia; fornecer racionais para a mudança, proporcionar escolhas, etc.); na estrutura (feedback preciso e realista em relação ao resultado do comportamento) e o envolvimento (o compromisso genuíno no apoio ao bem estar).   Portanto, com estas três necessidades psicológicas básicas, o indivíduo ficará mais motivado para conseguir aquilo que quer. Neste caso, a perda de peso. E segundo vários autores, a motivação parece ser a variável mais crítica na manutenção da mudança (Ryan & Deci, 2000). É maximizando as possibilidades da pessoa experienciar autonomia, competência e relacionamento positivo, que a autoregulação dos comportamentos saudáveis é mais provável que seja internalizada e a mudança de comportamento seja mantida.   Bibliografia: Mangia, P. (2012). Aventura Social: Promoção de Competências e do Capital Social para um Empreendedorismo com Saúde na Escola e na Comunidade. Volume 1 – Estado da Arte: Princípios, actores e contextos.
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6 Conselhos sobre emagrecimento para um início de ano fantástico

Com a entrada neste novo ano, decidimos deixar-lhe 6 conselhos sobre emagrecimento, para que consiga alcançar todos os seus objetivos, principalmente, a perda de peso!   1) Nada é proibido! Um conceito de crucial importância é a abolição da palavra não! Nada é proibido! Há alimentos que podemos comer com muita frequência, outros moderadamente e outros apenas de vez em quando. Emagrecer, mais do que sacrifício, é conhecimento, inteligência e individualização. António Soares Neto (Naturopata)   2) Atenção ao que come e como come! O prato ideal deve ser equilibrado entre os 3 macronutrientes – proteínas, hidratos de carbono, de baixo perfil glicémico e ricos em água e gordura. A alimentação deve ser equilibrada e fracionada ao longo do dia. Inicie todas as refeições com um bom prato de sopa, e mastigue os alimentos de forma calma e tranquila. Ana Filipa Baião (Nutricionista)   3) Mude a mente! Há um motivo para andarmos sistematicamente a fazer dieta: é que a maioria das dietas falham! Isto porque não conseguimos mudar a nossa forma de pensar sobre o emagrecimento. Temos de mudar a mente, para sermos capazes de controlar os impulsos com a comida e conseguirmos ter autocontrolo das situações. Mafalda Leitão (Psicóloga)   4) Escolha a água que bebe! É muito importante hidratarmo-nos bem, todos os dias. Diria que, no mínimo, o 1,5l é o ideal. Agora, que tipo de água deve escolher? Se não tiver nenhum problema de saúde (em que poderá ter outras indicações), diria que  devemos consumir uma água mais alcalina, ou seja, ver no rótulo água com um ph superior a 7, nomeadamente água de Monchique (é uma das águas mais alcalinas do mercado). António Soares Neto (Naturopata)   5) Atenção às ingestões emocionais! É frequente comermos para compensar determinadas emoções. Por exemplo, quando estamos mais tristes, apetece-nos algo mais doce; quando estamos mais nervosos, apetece-nos comer algo; se estivermos felizes, vamos comer para celebrar, etc. A esse tipo de comportamento alimentar chamamos ingestão emocional, a segunda maior causa (no mundo) que leva à obesidade. Mafalda Leitão (Psicóloga)   6) Alimentos que regulam o humor! O processo metabólico de compensação é simples: no nosso sistema nervoso central (cérebro) existem recetores de neurotransmissores que, ao serem absorvidos, desencadeiam um estado/resposta hormonal ou metabólica que, na situação de compulsividade alimentar (por estados mais ansiosos ou depressivos), leva a uma baixa absorção em serotonina. Este neurotransmissor atua no cérebro, regulando o humor, o sono, o apetite, temperatura corporal e funções intelectuais. Os alimentos que mais podem ajudar a regular estados de humor são: o chocolate, a alface, o ovo, a pêra abacate, as amêndoas e as nozes. Atenção: se estes estados forem frequentes, procure ajuda de um psicólogo. Ana Filipa Baião (Nutricionista)    
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