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Receita caseira para a Anemia

Muitas pessoas, sobretudo do sexo feminino, têm níveis baixos de ferro quando vão fazer análises. As causas são múltiplas , embora o ciclo menstrual, a quem é geralmente atribuída a causa, seja uma de entre elas. É sempre necessário o aconselhamento clínico porque cada caso é um caso. Mas hoje quero partilhar uma receita caseira, muito interessante para pessoas com anemia ou baixa analítica de ferro. Receita: Numa liquificadora , mistura 1 beterraba com uma colher de chá de açafrão, 1 colher de chá de mel e um pouco de hortelã e 1 copo de água alcalina, bate e toma de imediato. Nunca se esqueça que a alimentação deve ser o nosso primeiro medicamento.
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44% dos idosos com excesso de peso

A notícia está em vários sites na internet, mas dado o tema e a sua importância, teríamos de frisar este projeto sobre o estado nutricional dos portugueses com mais de 65 anos (Nutrition Up 65). Os dados são alarmantes (recolhidos entre dezembro de 2015 e junho de 2016, com 1500 idosos): Taxa de homens com excesso de peso – cerca de 50%; Taxa de obesidade nos homens – 30,6% Taxa de mulheres com excesso de peso –  40,3%; Taxa de obesidade nas mulheres – 44,5% Mais de um terço da amostra, estavam desidratados, apresentando os homens uma proporção mais elevada (47,1%), em comparação com as mulheres (30,5%); A grande maioria dos idosos, mais de 85%, consome sal em excesso, sendo o valor mais alto registado nos homens, 91,8%, ficando as mulheres pelos 80,4%; Cerca de sete em cada dez apresenta deficiência em vitamina D, com maior prevalência nas mulheres, com uma percentagem de 72,7%, superior aos 63,7% verificados nos homens. Segundo o investigador da FCNAUP Rui Valdiviesso, as alterações no estado nutricional têm implicações na fragilidade – associada à uma maior morbilidade e mortalidade nos idosos -, apresentando 20,6% dos idosos sinais desse fator, com uma maior incidência nas mulheres (25,5%) comparativamente aos homens (14%).   É urgente a prevenção! É urgente que a alimentação dos portugueses se modifique, optando por uma alimentação saudável e equilibrada, para que a saúde também seja melhor.
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Como ter força de vontade para emagrecer?

Muitas pessoas falam da força de vontade como algo inalcançável e impossível. “Nunca conseguirei emagrecer porque não tenho força de vontade”; “eu sei tudo o que devo fazer, mas não tenho força de vontade”; “se eu tivesse força de vontade conseguiria todos os meus objetivos na vida”. Toda a gente tem força de vontade. Toda a gente, repito. É preciso é trabalhá-la. Certamente que há pessoas com mais pré-disposição para conseguirem coisas que, por exemplo, a outros custa tanto. Há pessoas que conseguem “sacrificar-se” mais do que outras, e isso é tudo verdade. Contudo, não há pessoas que não tenham força de vontade. Pode é haver pessoas que não querem ter força de vontade. E isso é outra história. Imagine que a força de vontade é como um músculo. E os músculos têm de ser exercitados. Neste caso, a força de vontade tem de se praticar, de se repetir várias e várias vezes para depois ser um comportamento adquirido e mecânico, feito sem pensar. Portanto, começamos já com uma escolha: ou exercitamos este músculo ou deixamo-lo atrofiar. Se deixarmos atrofiar, então não ganharemos nada com isso, é certo. Mas é uma escolha. Se quisermos exercitá-lo então há vários truques para que isso possa ser feito. Primeiro que tudo perceber que ter força de vontade é uma qualidade, pois permite-nos realizar aquilo que normalmente não é fácil, como é o caso do emagrecimento. A força de vontade treina-se consoante os objetivos a que nos propomos e as situações vividas. Por exemplo, no caso do emagrecimento, o primeiro passo é começar a perceber o porquê de querer emagrecer. Para se sentir melhor consigo próprio? Para ter mais energia? Para conseguir brincar com os seus filhos? Para ter mais saúde? Para poder olhar ao espelho e gostar de si próprio? Qual os objetivos que o levam a querer emagrecer?  Quais são as vantagens de o fazer? E as desvantagens? Tudo isto levará a que fique com uma maior motivação e, consequentemente, força de vontade para o que aí vem. Depois de tudo isto, há que re-fazer toda a ideia que tem de dieta. Esta não é mais uma dieta, nem poderá ser feita de forma idêntica às outras, senão o resultado será o mesmo: desistência. Há novas formas de fazer pratos deliciosos e saudáveis, que os nutricionistas têm para lhe oferecer. Ao ter força de vontade, automaticamente irá ganhando certas coisas, num curto espaço de tempo. Reforça a sua autodisciplina a todos os níveis; não para nem desiste diante o fracasso; começa a perceber aquilo que realmente quer e é importante para si, a ter objetivos claros e definidos; tolera os seus impulsos mais facilmente e suporta todas as privações que irá fazer. Portanto isto é tudo uma bola de neve – mais força de vontade, mais motivação, mais aspetos positivos associados ao seu EU emocional e social, mais objetivos conseguidos e mais vitórias ganhas. É um treino diário que no início custa, mas depois torna-se um hábito que já não vai querer largar, tal como o exercício físico. Comece já hoje para amanhã perceber que é tão bom conseguir os seus objetivos e que nem custa assim tanto! É somente um treino da mente. Procure um psicólogo que o ajudará nesse treino.
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Envelhecimento: erros e novas soluções

O envelhecimento é um processo natural, pelo qual todos passamos. No entanto, há o envelhecimento dito "normal" (devido à idade, ao stress, ao estilo de vida ou a factores ambientes como a poluição) e o envelhecimento devido ao cuidado que tem consigo e com a sua pele. É verdade! Nós temos interferência nisso e podemos fazer algo para mudar. Veja os erros que não deve cometer e encontre as novas soluções:
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Creme de Abóbora

As abóboras têm um baixo índice glicémico (boas para quem sofre de diabetes), são ricas em antioxidantes (ajudam na prevenção do cancro), rica em magnésio (coração) e as suas sementes contêm fitoesteróis (que ajudam na redução do colesterol mau). Quer mais benefícios para incluir a abóbora na sua alimentação?
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A Osteopatia e os problemas de coluna

Os problemas da coluna vertebral afetam mais de 70 por cento da população portuguesa, sendo responsáveis por mais de 50 por cento das incapacidade física na população ativa e uma das principais causas do absentismo.
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