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19º ANIVERSÁRIO – Pack Celulite e Refirmação

Continuamos na onda das promoções, hoje com o Black Friday à mistura… Trazemo-vos um novo Pack de tratamentos, com 50% de desconto, para que a celulite e a flacidez acabem de vez…   Reation... Já ouviu falar? Se sim, sabe bem os resultados maravilhosos que este aparelho faz no corpo. Se não ouviu falar, é tempo de vir conhecer a tecnologia topo de gama para o tratamento da flacidez e modelação do tecido. As Clínicas Em Forma foram pioneiras em Portugal nos tratamentos VelaSmooth (a versão mais antiga do Reaction), em Abril de 2006. O Reaction foi concebido para tratar o núcleo das teimosas marcas de celulite e, ao mesmo tempo, fortalecer as proteínas de colagénio, resultando numa pele mais firme. É um tratamento que combina dois mecanismos de energia de rádio-frequência e vácuo, que funcionam juntamente com os processos de regeneração naturais do corpo. Percorrendo de forma profunda por baixo da pele, a energia RF elimina as “bolsas” de gordura alargadas, reduzindo dessa forma o volume de gordura das células. Ao mesmo tempo, a manipulação por vácuo fará aumentar a circulação do sangue e estimular o metabolismo. O resultado será uma pele visivelmente mais macia e tonificada. Está demonstrado que 80% das mulheres com mais de 20 anos têm celulite. Até agora, muitos métodos tentaram combater a celulite ao atacar as células de gordura que a provocam, deixando na superfície da pele claros sinais de flacidez. Joelhos, braços, cara, duplo queixo, coxas, interior das coxas, glúteos… reflectem uma grande diminuição em poucas sessões e, simultaneamente, os tecidos ficam mais reafirmados. Reaction trata eficazmente a celulite e reafirma em simultâneo os tecidos. Não é apenas tratamentos anti-celulíticos. Eles ajuda as mulheres a recuperarem a sua figura, eliminando celulite, reafirmando e modelando o corpo.
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10 alimentos para os dias frios

A nutricionista das Clínicas EM FORMA, Drª Ana Filipa Baião, aconselha 10 alimentos para consumir nestes dias mais frios que antecedem o inverno. Siga algumas destas dicas.
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Compulsão alimentar

Comemos porque temos necessidade disso, é um facto mas, muitas vezes, comemos demais. Já estamos saciados mas, ainda assim, temos de comer mais qualquer coisa. Até aqui tudo bem, quem não o faz? Contudo, existem pessoas que comem (grandes quantidades de comida), sem fome, e não conseguem parar de o fazer. A isso chamamos Compulsão Alimentar. Pessoas que comem grandes quantidades de comida num determinado espaço de tempo, mesmo quando já não têm fome, até se sentirem desconfortavelmente cheias ou agoniadas. Obviamente que estes episódios são recorrentes e não acontecem isoladamente. Mas, o que leva uma pessoa a ter este tipo de comportamento? Primeiro que tudo, é essencial perceber que cada pessoa é única e tem caraterísticas individuais. E, portanto, este problema surge devido a variadas causas, como por exemplo, baixa auto estima, questões emocionais e afetivas, tentativas frustradas de controlo de peso, falta de controlo sobre si próprio, entre outros. E o que acontece, então? A pessoa começa a comer de forma compulsiva, como forma de compensação de emoções e/ou compensações. Este é um problema psicológico que tem de ser tratado e travado a tempo. Procure a ajuda de um psicólogo! E seja feliz, aprendo a controlar os seus impulsos.  
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Uma experiência de burro que nenhuma mulher vai querer perder…

Foi com este título diferente e elucidativo, que uma das nossas clientes decidiu escrever a sua experiência na nossa clínica no seu blog pessoal. Ela relata o tratamento de rosto com leite de burra e conta-vos tudo, no seguinte link: Uma experiência de burro que nenhuma mulher vai querer perder …   “Além de “betinha”assumida também me revejo na personagem de dondoca ou mulher que adora receber todo e qualquer tipo de mimos. Claramente não seremos todas, nós mulheres, um bocadinho assim? Naturalmente vítima da assustadora celulite – no meu caso originada pela maldita retenção de líquidos – recorro a tratamentos de estética há cerca de 10 anos. Tratamentos esses que fazem maravilhas ao nosso corpo e esvaziam a nossa carteira; cada um e todos em conjunto valeram cada cêntimo despendido! A Clínica que merece a minha confiança tem instalações em Alvalade e Telheiras, sendo esta última a minha segunda casa nos últimos anos. Desde as consultas de avaliação, às propostas dos tratamentos adequados, à simpatia e profissionalismo das funcionárias, merecem todo o meu respeito e admiração. Cliente de longa data foi-me dada a oportunidade de experimentar, gratuitamente, um inovador tratamento de rosto. Para quem até aos dias de hoje limita-se a usar creme hidratante de manhã e à noite, uns discos de limpeza aqui e acolá, foi claramente uma agradável surpresa. Curiosa como sou, lá fui ver dessa maravilha. De seu nome Tratamento de Rosto Hydronutrition tem no seu ingrediente principal o Leite de Burra. Ora cá está a razão do nome deste post –  Leite de Burra tornou-se, em menos de nada, no melhor amigo das mulheres que queiram uma pele  divinal. Foi mesmo isso que senti, a pele rejuvenesce e ficamos ainda mais bonitas. Em exclusivo nas Clínicas, o tratamento promete oxigenar, hidratar e reequilibrar a pele. Como?, perguntam vocês … …. Ora vejamos, da fonte mais segura possível, “O Leite de Burra contém Vitaminas, Proteínas e Ácidos Gordos que estimulam a produção de Colagénio na pele humana. Para além de hidratarem, ajudam a formar uma película contínua na superfície da pele, o que provoca um alisamento cutâneo, e a sua utilização estimula a produção de Colagénio na pele e, por tal razão, tem efeitos anti envelhecimento e é um excelente anti rugas natural.É também rico em cálcio, ferro, sódio e zinco, e em vitaminas A, C, D e E, das mais procuradas em produtos de beleza pelo seu potencial antioxidante.” Soa promissor, não soa? Agora é só partirem à descoberta, entrar em contacto com esta maravilhosa equipa e experimentar na primeira pessoa. Eu cá, ADOREI! Mesmo! E sem relevar o meu segredo houve quem me galanteasse com elogios à minha pele vistosa no dia da realização do tratamento. Não é mentira. Vão e vejam pelos próprios olhos, sintam na própria pele. P.S. Há uma certa probabilidade de sentirem o cérebro congelar por brevíssimos momentos … Mas o que é isso comparado com os resultados obtidos?! Insignificante, diria eu.”   Obrigada <3  
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Feliz Dia de Halloween!

Neste Dia de Halloween damos-lhe a conhecer as propriedades da… Abóbora, por ser o alimento que mais se identifica com esta data. Abóbora… Um bom ou mau alimento?   A abóbora é uma planta proveniente da América Central e pertence à família das cucurbitáceas. Possui um baixo valor energético de apenas 9 Kcal por 100g e vários tipos de carotenóides na polpa do fruto (que lhe dá a cor laranja e amarela) sendo que o beta- caroteno é o pigmento predominante. São substâncias com caraterísticas antioxidantes. É um alimento de fácil digestão Além desta substância protetora das nossas células, a abóbora também contém bioflavonóides, bloqueadores dos recetores de determinadas hormonas relacionadas com o cancro, e esteróis que são convertidos em vitamina D no organismo. Possui quantidades apreciáveis de potássio e outras vitaminas e minerais como o ferro, cálcio, magnésio, vitaminas B e C, fibras, ácido fólico, cobre, riboflavina e fósforo. Apesar da investigação dos fitonutrientes da abóbora ainda não ser tão aprofundada como a de outros alimentos, alguns estudos já mostraram que o seu teor em vitamina C e ß-caroteno poderá ser benéfico na prevenção da oxidação do colesterol. A inclusão da abóbora na nossa dieta tem ainda outros benefícios: – Redução dos níveis de homocisteína, contribuindo o seu teor em ácido fólico para a diminuição do risco de ataque cardíaco. – Redução de sintomas de hipertrofia benigna da próstata (essencialmente nas sementes). – Efeito diurético e laxativo da polpa de abóbora. – Redução da pressão sanguínea graças ao seu teor em magnésio.   A abóbora pode ser incluída de várias formas, nomeadamente na sopa, em pratos de legumes, acompanhamento de carne, doces e bolos. Dê asas à sua imaginação e celebre este Dia de Halloween!
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Eu escolho emagrecer. E tu?

“Durante a nossa vida, temos sempre várias opções de escolha. Podemos escolher melhor ou pior, mais conscientemente ou não mas, no fundo, temos que o fazer. “Preferes comer carne ou peixe”? “Preferes beber café neste café ou no outro”? “Preferes ser médico ou advogado”? “Preferes viver no campo ou na cidade?” “Preferes emagrecer ou engordar”? Sim isto também é uma escolha e fui-me apercebendo disso ao longo da vida. Ao início não. Não fazia ideia de que estava a traçar o meu caminho com as minhas escolhas mas depois, pouco a pouco, fui realmente percebendo que era eu quem decidia o que queria para mim e para o meu futuro. E ser obesa não era, definitivamente, um objetivo, ou um sonho. Com 32 anos pesava cerca de 90 kg. Sou baixinha, meço 1,58cm. Portanto, estava com um IMC (índice de massa corporal) acima do normal, revelando já obesidade. Como é que tinha chegado até aqui? Foi o que me perguntei naquela consulta a que fui. Sabia que estava a engordar, que tinha “uns quilinhos a mais” (era o que dizia para mim constantemente), mas não sabia que já era uma pessoa com uma doença, chamada obesidade. Entrei em choque. Não quero fazer comparações parvas, mas talvez seja a mesma coisa que dizer a um fumador que tem cancro do pulmão. Não é que a obesidade seja um cancro, mas é a obesidade que me poderia levar a isso e a muito mais. Senti o mundo desabar. “Só estás mais gorda, tem calma”, diziam-me as pessoas. “Isso não é o fim do mundo, há tanta gente assim”. Eu sei. Eu sei disso, mas não quero ser uma doente. Muito menos devido às minhas escolhas imaturas. Decidi fazer o que tinha de ser feito. O que o médico me recomendou. Levei-o à risca. Porque se tivesse um diagnóstico de cancro do pulmão, deixaria de fumar naquele instante. E foi mais ou menos isto que aconteceu. Deixei de comer nesse instante em que soube que tinha obesidade. “Mas tu não sabias que estavas gorda?, muitos me perguntavam isso. Eu não sabia. Não tinha essa perceção, porque fui deixando andar, porque não me pesava, não me importava e não olhava para mim própria. E então decidi escolher outro caminho. Escolhi ser saudável. Para acabar com a obesidade, para não ter outras doenças associadas mas, sobretudo, para ser mais feliz e ter mais qualidade de vida. Foi difícil? Claro que foi. Gostava mais do outro caminho que tinha escolhido, dava-me mais prazer e não me cansava tanto. Mas nesta nova escolha aprendi que outras coisas e outros alimentos também me podem dar prazer e, sobretudo, que o exercício físico, apesar de me “matar”, é maravilhoso. Mas mais difícil que todas estas mudanças, seria eu ter de ficar numa cama de hospital por causa desta maldita doença que ainda poucos se preocupam: a obesidade. E eu escolhi ser diferente e fazer algo por mim. E tu, o que escolhes? Emagrecer ou ter obesidade?” (Testemunho de “Filipa”)
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Que PH da água devo escolher: mais Alcalino, mais Ácido ou mais Neutro?

Beber água regularmente e em quantidade é fundamental para o bom funcionamento orgânico, sendo que a água deve ser o nosso principal alimento. Escolher que água beber deve ter em consideração o perfil bioquímico e o perfil bacteriológico das mesmas. Qual pH escolher: mais alcalino, mais ácido ou o mais neutro? No que concerne ao pH em teoria, deveríamos escolher águas que fossem neutras, entre os 6,8 e os 7,6, para deste modo terem um comportamento sem impacto ao nível orgânico do ponto de vista do pH. Mas refiro isto em teoria, porque na prática é diferente. Na prática, sabemos que hoje em dia tendemos todos a estar mais acidificados porque são muitos os fatores acidificantes e muito menos os alcalinizantes na sociedade em que vivemos. Acidez aumenta com a idade É a alimentação, a poluição, o stress, o exercício físico, a falta de exercício físico, o metabolismo endógeno e o passar do tempo, sim porque com o avançar da idade vamos ficando cada vez mais ácidos, por isso se diz, e bem, que nascemos alcalinos e morremos ácidos. Sendo esta a realidade devemos tomar medidas para acidificar um pouco menos e alcalinizar um pouco mais. Alcalinizar através da alimentação comendo mais legumes sobretudo de folhas verde escura. Podemos ajudar com água, bebendo água mais alcalina. Isto se pelo perfil de saúde da pessoa não houver contra-indicação como sejam predisposição para cálculos renais ou doença renal ou hipertensão moderada ou severa, por exemplo. Conclusão Em suma, devemos beber uma água que seja bacteriologicamente boa e bioquimicamente adequada a cada um (à nossa saúde e maleitas), ao estilo de vida, alimentação e idade. (Publicado em Sapo Lifestyle)
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