O Poder do Limão
A Natureza é simples, companheira e cúmplice. E nada melhor que analisarmos as boas propriedades dos alimentos que ela nos fornece. O limão é um dos casos que lhe apresentamos hoje.
Comer é bom, mas sentir-se EM FORMA é ainda melhor!
Muitas vezes, em consultório, várias são as pessoas que me confessam que adoram comer. Que não conseguem perder peso porque realmente adoram um bom prato de comida. E eu pergunto: Que tipo de comida? “Coisas que façam mal”… Portanto aquelas coisas viciantes, como o açúcar, as gorduras, os fritos ou o sal. As coisas que nós não deveríamos comer, porque está mais que estudado que nos fazem mal; mas que tendencionalmente é sempre o que mais nos apetece. Porque como nos diz o ditado “o fruto proibido é o mais apetecido…” E, portanto, todos concordamos que realmente comer é bom; é muito bom. Principalmente quando podemos comer tudo aquilo que quisermos, sem dó nem piedade, e sem culpa nem frustração. E aqui está um dos maiores problemas – as emoções que irão surgir depois de comermos o que supostamente é bom e sabe bem… Sentimo-nos arrependidos, com sentimentos de culpa, frustrados por não termos conseguido resistir, etc., etc., As emoções que vêm após um bom prato de comida (alimentos não saudáveis) são negativas. Então porque é que comemos? Porque é que come esse prato “delicioso” se o que sentirá a seguir são coisas tão negativas? Porque é que quer ter um prazer de relativamente pouco tempo se a perda de peso lhe dá um prazer muito maior e mais duradouro? As pessoas normalmente respondem coisas do tipo “não consigo controlar…”; “tem razão, sou um fraco…”; “porque nunca conseguirei ser diferente…”, etc. Estes pensamentos não o vão ajudar a ser quem quer ser. A mudar por uma vida melhor. Estes pensamentos vão continuar a ajudá-lo a comer pratos “deliciosos” e a continuar a afirmar que “comer é bom”. Mas sabe uma coisa… Comer, é de facto, bom. Mas pode aprender a comer e a gostar de comer alimentos saudáveis e que lhe tragam saúde, energia e boa disposição. E sabe o que é ainda melhor que comer? Sentir-se EM FORMA! Física e psicologicamente… EM FORMA para todas as adversidades que irá ter e EM FORMA para todos os obstáculos que irá passar, no processo de emagrecimento. Comer é bom, mas dura tão pouco tempo… Sentir-se EM FORMA é ainda melhor e pode durar uma vida inteira!
Dia Internacional da Felicidade: Qual o caminho para a felicidade?
A felicidade… Uma palavra com poucas letras, mas com tanto significado. E o que é isto de felicidade? Será que existe a toda a hora ou, pelo contrário, só existem pequenos momentos felizes? A felicidade é um estado de espírito, uma emoção. É algo que nos deixa com um sorriso nos lábios, com o coração a palpitar mais forte e, sem dúvida, com borboletas a pairarem por todo o nosso corpo.
Dia Mundial do Sono: 10 dicas para ter um sono melhor
Ao dormir melhor, terá mais energia; um coração mais saudável; uma maior concentração e memória e, também, um maior controlo do seu apetite.
Nutrição na Terceira Idade – Entrevista Correio da Manhã
A nossa nutricionista, Drª Ana Filipa Baião, falou acerca da alimentação nos idosos, numa entrevista para o Correio da Manhã. Deixamos-lhe alguns excertos do que saiu na edição de Domingo, em jornal. “Alimentação mais racionada traz vitalidade”, diz-nos a nossa nutricionista. A boa alimentação no indivíduo adulto a iniciar a velhice deve ter por base alimentos muito simples. Para viver bem e prevenir a doença, o segredo é manter uma alimentação saudável e praticar exercício físico. Mas as preocupações alimentares de uma pessoa com 50 anos são ligeiramente diferentes das que têm 60, 70 ou 80 anos. Os planos nutricionais devem ser individuais, adaptados à idade, à condição física e à saúde da pessoa. Ainda assim, em todas estas idades, a base da alimentação deve ser rica em peixes, verduras e fruta. Os 50 anos é a faixa etária mais interessante. Há fatores neurológicos que convém manter, como o bom humor, a memória e o raciocínio. E tudo isto se mantém se tivermos um excelente consumo de peixe rico em ómega 3. Pode ser salmão, sardinha e cavala. O ómega vai melhorar a manutenção das fibras nervosas, prevenir o cancro e o esgotamento. Os frutos secos e as sementes devem fazer parte da alimentação a partir dos 50 anos. Nestas idades, sobretudo após os 60 anos, é importante fazer refeições de 3 em 3 horas, reduzindo assim a acidez metabólica; que é a acidez que acelera o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças associadas. A partir dos 60 anos, pode ser necessário fazer uma suplementação de minerais, nomeadamente de zinco. A fruta pode ter de ser cozida. Se houver historial de diabetes, deve-se optar por kiwi, maçã, romã, frutos vermelhos ou mirtilos, que são ótimos antioxidantes. Dos 50 aos 80 anos devem preferir uma alimentação mais vegetal. A carne ou o peixe devem ser um pormenor da refeição, não o central. Não fique horas sem comer e pratique exercício físico. A fruta é essencial em todas as refeições, mas também pode ser comida nos intervalos. Relativamente à ceia, também é fundamental. Muitos AVC acontecem entre as 3 e as 5 da manhã, porque se fica horas sem comer. Acima dos 60 anos, não se deve ir para a cama em jejum. Sugiro um chá e uma tosta com queijo ou um iogurte e uma maçã ou um kiwi como ceia.” Manter o coração e o cérebro jovens A atividade física é o melhor aliado da alimentação saudável, pois o exercício físico é dos fatores mais importantes para controlar as taxas de açúcar, colesterol, manter o humor e manter o coração e o cérebro jovens. O que pode fazer? Por exemplo: subir e descer escadas, fazer caminhadas ou corridas. O desafio dos jogos de carta ou o simples exercício de leitura são outras atividades que estimulam o cérebro. Também ver televisão, o telejornal ou a telenovela é uma forma de estimular a atividade cerebral. Mas há ainda outros segredos para manter o cérebro ativo através da alimentação: um deles passa pela fibra alimentar, presente na alfarroba, sésamo, centeio ou ainda massas integrais. Evite o glúten, porque acelera fenómenos inflamatórios. Todos os dias as pessoas devem comer uma maçã e beber muita água.” D. Fernanda, cliente da Drª Ana Filipa Baião deixou o seu testemunho “Fernanda Lobo, 71 anos, procurou a nutricionista porque se sentia “gorda”. “Acho que comia de uma forma errada. Comia fruta; mas não comia mais nada a seguir. Agora como uma peça de fruta e algo a seguir, que podem ser frutos secos”. Fernanda Lobo emagreceu 10 kg ao mudar a alimentação, que também passou pela substituição do leite. “Passei a beber uma bebida vegetal em substituição e sinto-me lindamente”.
Prazos de Validade dos Alimentos
Se, excecionalmente, tiver um produto ou outro que passou o prazo de validade, deve deitar fora de imediato ou poderá comer?
Mude a mente, perca peso!
O bom tempo parece que está a chegar… Com ele, chegam também outros pensamentos e memórias, nomeadamente, os calções, saias, biquínis e as idas à praia, onde os olhares parece que estão todos postos em nós… Não temos que continuar com este pensamento e com estas memórias e, por isso mesmo, esta é a altura do ano em que muitas pessoas começam já a pensar em dietas e mais dietas… Creio que a alimentação saudável é a base de uma vida saudável, em todos os aspetos. Não só para nos mantermos magros, mas por uma série de motivos, nomeadamente a saúde. Portanto, alimentação saudável como base de uma vida saudável… E o exercício físico? Creio que sim; também é um dos alicerces da saúde e do ser saudável. Portanto, estes dois aspetos deveriam ser um hábito ou uma rotina na sua vida. Não por que quer ser magra, mas sim porque fazem bem à sua saúde, proporcionando-lhe qualidade de vida e, pressupomos, longevidade. Ora, mas se quer emagrecer, estes são sempre os dois únicos aspetos em que pensa: fazer dieta e exercício físico. Não discordo. Mas… E a mente? A mudança de hábitos e pensamentos? Ou acha que se não mudar a sua mente, conseguirá aguentar até ao fim da sua vida, com dietas e mais dietas (e ainda exercício físico, que detesta)… Os hábitos mudam-se, é um facto; mas para isso e para que tudo seja mais fácil, a mente também terá de acompanhar essa mudança e os pensamentos disfuncionais terão de mudar. Deixo-lhes algumas dicas, associadas à mudança da mente: 1) Por que quer emagrecer? Só será alcançável, quando decidir para si próprio que é mesmo isso que quer. E só você terá a força para concretizar este objetivo, mesmo tendo a ajuda de profissionais. Pense nas vantagens que terá se emagrecer e pense se elas não serão tão importantes a ponto de lhe darem força para todo este processo. 2) Supere o desejo da comida Quais são os benefícios que a comida tem para a sua saúde? Conheça os alimentos e o que eles fazem com o nosso corpo. Assuma um compromisso e foque-se nos seus objetivos. Quanto mais importante for o emagrecimento para si, mais fácil será a superação do desejo pela comida. 3) Resolva os seus problemas Muitas pessoas comem para compensar emoções – ingestão emocional. Utilizar a comida para momentos menos bons, não irá resolver os problemas. A única forma de o fazer é agindo, fazendo alguma coisa por si e pela sua vida. 4) “Dieta” flexível Se fizer uma dieta muito restrita, daqui a uns tempos tudo voltará a ser como antes. Tenha uma dieta mais flexível, com coisas que aprecie comer e que sejam minimamente saudáveis, para não ter tendências de desistir ou cometer muitos erros. 5) Nunca se esqueça do passado Pode ser difícil, pode querer desistir, mas nesses momentos olhe para trás e lembre-se do seu passado. Lembre-se de todas as consequências que tinha de gerir devido à obesidade, de todos os olhares e incómodos e de todas as dores. É isso que quer para a sua vida? Ainda não conhece a meta, eu sei, mas acredite que é bem melhor do que o passado. 6) Elogie-se Todos os dias vai ter algum motivo para se elogiar, nem que seja o simples facto de ter conseguido fazer uma caminhada ou comer todas as refeições dentro do tempo. O elogio é importantíssimo, sobretudo nestes processos, para acreditar em si e saber que consegue, que tem força, garra e determinação para isto e muito mais. Boa sorte! Tenho a certeza que vai conseguir!
Emagrecer: Ou é 8 ou 80
Durante a nossa vida, temos vários pensamentos negativos e que não estão adaptados à realidade. A isso chamamos distorções cognitivas, ou seja, são pensamentos exagerados e/ou irracionais que a nossa mente arranja, convencendo-nos de algo que não é realmente verdade. Há vários tipos de distorções cognitivas e um deles, que falarei hoje, é o pensamento de “8 ou 80”, mais especificamente, o Pensamento Tudo ou Nada; que é um dos maiores obstáculos para quem quer perder peso. Este pensamento Tudo ou Nada existe quando a pessoa faz uma conceção, uma argumentação ou um julgamento de algo em termos absolutos, usando expressões como “sempre”, “nunca”, “não há alternativa”, entre outros. Vou dar-vos alguns exemplos deste pensamento que, normalmente, podem ocorrer durante um processo de emagrecimento: “Ou faço a dieta de forma exímia ou se acontecer um deslize, como tudo o que tiver à frente”; “Já que não consegui resistir a estes alimentos, de agora em diante vou comer tudo o que tiver à frente”; “Ou perco 3kg na primeira semana ou nunca mais farei dieta” Etc., etc. Identificou-se com este tipo de pensamentos? Isto acontece consigo? Como disse, este tipo de pensamento trata-se de uma distorção cognitiva. É preciso corrigir este tipo de pensamentos disfuncionais. Isto porque quando pensamos de forma funcional, os nossos comportamentos tornam-se, também eles, funcionais. E só assim conseguiremos alcançar os objetivos pretendidos. Muitas pessoas não conseguem emagrecer porque pensam de forma disfuncional acerca da dieta e assim torna-se muito mais difícil, senão impossível. O que deve fazer? Imagine que tem uma lesão num musculo e que tem de fazer fisioterapia, para voltar a ser como antes. A fisioterapia serve como treino para o músculo perceber o que deve voltar a fazer e qual o comportamento que tem de ter. No emagrecimento passa-se exatamente o mesmo. Temos o nosso cérebro, que precisa de ser treinado todos os dias, para ganhar novos hábitos e um novo estilo de vida. E isso só é possível se o treinar; para que o processo de emagrecimento se torne mais fácil e, no final, seja algo já é intrínseco e que não precisa de pensar ou de fazer esforços. A isto chama-se reestruturação cognitiva e é possível fazê-lo com a ajuda de um psicólogo, por exemplo. O mais importante de tudo é que a eliminação destas distorções cognitivas melhoram as nossas emoções, o nosso bem estar e baixa a probabilidade da ocorrência de doenças, tal como a depressão ou ansiedade, como nos contam alguns estudos e a própria realidade em si. Acredito que podem ser este tipo de pensamentos disfuncionais que não o estão a deixar perder o peso desejado. Porque perder peso é muito mais que comer bem e fazer exercício físico… A parte mais difícil é essa… Mas e a parte que pode tornar tudo mais fácil? Porque é que pouca gente ainda a procura?
Dia 8 de Março – Dia da Mulher
O que é ser mulher? O que representa ser mulher? Porque são as mulheres seres únicos e tão especiais?
