Skip to content

É possível tratar a Celulite depois dos 60 anos!

No dia 4 de Junho, saiu uma entrevista de um dos nossos tratamentos topo de Celulite: a Endermologia LPG, no jornal Correio da Manhã. Além disso, entrevistaram uma cliente nossa, que explicou quais os benefícios deste tratamento. Deixamo-vos aqui alguns pontos importantes:   A celulite é uma aglomeração de tecido gordo, com densidade anormal, com processo inflamatório associado, fazendo com que a circulação, a oxigenção, a vida celular e a excreção estejam seriamente comprometidas. Há vários fatores que desencadeiam a celulite, que vão desde o estilo de vida a fatores hormonais e genéticos. Se a pessoa fuma, se bebe pouca água e não se alimenta convenientemente, aumenta os riscos de vir a ter celulite. Mas o que é certo, é que a celulite pode ser travada após os 60 anos de idade, através de técnicas combinadas, como a Endermologia LPG, massagem e radiofrequência. A celulite afeta mais de 80% das mulheres e, mais do que um problema estético, a celulite pode representar um problema de saúde. Se não for tratada, pode evoluir para situações graves, como dores nas pernas constantes, má circulação crónica, ineficiência linfática e redução da mobilidade, tanto que muitos dos problemas de pernas em pessoas com mais idade começaram por problemas de celulite 20-30 anos antes.   Então e o que faz a Endermologia LPG? A Endermologia LPG vai desfibrozar e drenar a celulite; sendo a técnica de eleição para as celulites fibrozadas ou edematozas, que são as típicas de pessoas com mais de 40 anos. Trata-se de uma técnica de drenagem linfática mecânica que consiste no enrolamento e desenrolamento da prega cutânea com sucção simultânea, num aparelho computorizado. Ao fazer uma boa drenagem e irrigação, conseguimos eliminar a celulite e evitar que ela reapareça. A Endermologia LPG obriga ao uso de um fato especial, cujo tecido impede que a pele fique danificada, pois o aparelho faz uma sucção que iria ser prejudicial à pele.   Conselhos: Tenha cuidado com o que come e com o que bebe. Beba 2 litros de água por dia, e intervale entre as diversas marcas existentes. Faça uma alimentação da horta, consumindo assim mais legumes, vegetais e frutas.   Testemunho D. Adelaide Pires, 78 anos A D. Adelaide começou a fazer Endermologia LPG porque se sentia mal devido a um aumento da cintura e da gordura abdominal. Dois anos depois de ter dado início a este tratamento combinado (e não o faz com muita regularidade) já se sente muito melhor. Diz que sentia um inchaço anormal para quem sempre fora elegante. Diz que o que a fez experimentar foi o facto do médico dizer que tinha o fígado gordo e aconselhou-a a fazer este tratamento e o detox, um tratamento de desintoxicação do sistema linfático, que fará baixar os processos inflamatórios. Em apenas meia hora, equivale a cerca de 100 horas de caminhada dentro de água. Faz uma desintoxicação hepática completa.
Ler mais

O Melão e a Melancia

Hoje deixamos-lhe algumas curiosidades sobre o melão e a melancia. O melão e a melancia são os frutos mais desejados do Verão, e são muitos os consumidores que desejam a chegada desta estação para puderem degustar desta apetitosa fruta.
Ler mais

Clínicas Em Forma na CMTV a falar sobre… Oxigenoterapia!

No dia 25 de Maio fomos convidados a estar presentes no programa da manhã da CMTV, para falar sobre o nosso tratamento inovador de Oxigenoterapia. Além de demonstrarmos o tratamento, no vídeo, deixamo-vos alguns excertos do que foi explicado.   “A Oxigenoterapia é uma terapia que tem os princípios básicos da vida: água e oxigénio. Muitas vezes fazemos tratamentos muito complicados e muito artificiais, quando não hidratamos e não oxigenamos corretamente os tecidos. A base deste tratamento é o oxigénio, água de baixo peso molecular e com um ph diferente. Mas, além disto, podemos colocar um princípio ativo e, consoante esse mesmo princípio, temos várias utilidades no tratamento.   Como se faz este tratamento: O tratamento é feito de forma diferente, consoante caso para caso e problema para problema. No entanto, a primeira coisa a fazer sempre é oxigenar os tecidos, para que estes consigam receber melhor os princípios ativos. Depois, aplica-se o oxigénio com água de baixo peso molecular de ph diferente (consoante o protocolo). É um tratamento que demora cerca de 30 a 40 min; dependendo dos protocolos usados. Numa 3ª fase, irá ser aplicado no tecido o oxigénio com o princípio ativo a ser utilizado, consoante o caso.   Quem deve fazer este tratamento: Quem sofre de retenção de líquidos; Quem tem pernas pesadas, inchadas, doridas; Quem tem edemas; Tratamentos de rosto; Escaldões; Acne; Em Setembro, iremos lançar um novo tratamento com o princípio ativo de leite de burra. Estivemos 2 anos a fazer experiências e a criar a terapia e os resultados superarão em muito as nossas expetativas.   Deixamo-vos o link do vídeo completo, caso queiram visualizar: http://www.cmjornal.pt/cmtv/programas/detalhe/pernas-cansadas?ref=programas_destaque
Ler mais

15 verdades sobre a Alimentação

Hoje em dia, inegavelmente, todos nós achamos ser os nutricionistas de nós próprios, da nossa família e dos nossos amigos. São tantas as coisas que lemos, que ouvimos dizer e/ou que vemos nos media que isso não nos deixa dúvidas: podemos não alimentar-nos de forma mais correta, mas sabemos toda a teoria e o que deveríamos fazer. Errado! Há muitas coisas que, efetivamente, não sabemos e, o que pode ser correto, em termos alimentares, para mim, pode não ser para si! Hoje, trazemos-lhe algumas verdades sobre os alimentos.
Ler mais

Portugal é um dos cinco países com mais adolescentes obesos

Esta foi a notícia que hoje alarmou pais, professores e especialistas de saúde. O cenário da obesidade em Portugal continua muito negro e sem tendências a melhorar, segundo o estudo “Adolescent obesity and related behaviours: trends and inequalities in the WHO European Region, 2002-2014”, que afirma que a prevalência da obesidade em Portugal, nos adolescentes aos 11, aos 13 e aos 15 anos, seja de 5%. Este número representa uma subida de 0,3 pontos percentuais desde 2002.   Quando o grande objetivo, nessa altura, era a diminuição deste número; aconteceu precisamente o contrário. Na altura, e ainda nos dias de hoje, a prevenção é a melhor forma de alertar a população para as consequências da obesidade, contudo, a tendência de uma má alimentação e de uma vida sedentária continua a ser muito elevada.   Mas porque é que os adolescentes têm já obesidade? Nos dias de hoje é frequente vermos adolescentes com obesidade; o que não acontecia há muitos anos atrás. Primeiro, têm uma vida muito sedentária – no máximo têm 3 horas de educação física por semana na escola; o resto do tempo é sentados à conversa com os amigos ou sentados no computador ou na playstation. Começa já por não haver nenhuma (ou quase nenhuma) queima de calorias e, para agravar mais esta situação, a alimentação destes adolescentes é à base de fast food e alimentos processados. Muitos dos bares das escolas já não vendem este tipo de produtos, contudo, basta o adolescente dirigir-se ao café ao lado da escola para os adquirir. E se um come, o outro também tem de comer… E as opções mais saborosas e mais baratas, são sempre as menos saudáveis. E já não falamos em legumes nem frutas, pois esses só ao jantar (e quando a mãe obriga). Portanto, a alimentação mudou drasticamente e a forma como os adolescentes comem influencia muitíssimo a obesidade e outros problemas de saúde que, se não forem detetados agora, podem-no ser mais tarde. Obviamente que, quando nascem, não têm hábitos, rotinas ou vícios. Mas como é que os ganham? Como é que, de “um dia para o outro” olha para o seu filho e vê que ele está deitado no sofá, a ver televisão, com um pacote de bolachas e uma coca cola? E isto acontece todos os dias… Ou quase todos… E percebe que não é saudável, que não é o melhor comportamento que ele pode ter mas… O que poderá dizer-lhe? Como poderá, então, reagir perante esta situação? Deparo-me, frequentemente, com pais desesperados sem saber o que podem fazer. Principalmente, sem saber como controlar o que os filhos comem. Porque chegam aos 10, 11 anos e começam a ter um poder diferente; seja um poder de compra (nos bares da escola ou no café ao lado como falei anteriormente); seja um poder persuasivo sobre os pais, avós ou tios. E a comida acaba por ser um escape. Um escape emocional, principalmente.   A comida como compensação A comida acaba também por ser uma compensação – dos pais que estão pouco tempo com os filhos; dos avós que gostam de mimar os netos; dos tios que trazem doces todos os fins de semana. Enfim… A comida tem um poder muito grande sobre todas as crianças. E o grande problema é quando não consegue mais controlar esse poder. O grande problema é quando se depara com toda esta situação e percebe que os 5 ou 10 kg a mais já foram há muito tempo e o seu filho já está com quase 100 kg.   Interessante que a contribuir para este resultado estão sobretudo os rapazes, com 6,9%. Já as raparigas registam um valor de 3%. Porquê este valor mais alto nos rapazes? Talvez por serem mais sedentários, jogarem mais playstation e estarem mais tempo sentados. As raparigas quando chegam a uma certa idade têm uma maior preocupação com o corpo, com as dietas, etc. Tudo isso pode estar na origem deste dado.   O que fazer? Parece-me que o ponto essencial é não deixar chegar a esta situação. A prevenção é sempre a melhor arma que temos, como já referido anteriormente; no entanto, quando as coisas acontecem assim, há algo a fazer. E urgentemente. Para que a situação não se agrave. Ainda mais… A primeira coisa a fazer é definir regras. Regras essas que irão permitir que o seu filho não chegue aos 100 quilos, sem que você dê por isso. Estipule um dia por semana (no máximo dois) para que ele possa escolher o que quer comer – por exemplo ao almoço e com direito a uma sobremesa. Mas faça-o com eles, para que ele também sinta que tem o poder de decisão e que você se importou com a opinião dele. Além disso, é fulcral explicar-lhe o porquê de estarem a ser definidas estas regras – aqui pode falar nas consequências da obesidade e, se achar conveniente, mostre-lhe também imagens de meninos com a idade dele e com obesidade. Incentive-o a ir consigo ao supermercado. É uma forma de ele a ajudar a escolher alimentos mais saudáveis (e um miminho para ele); de passarem mais tempo juntos e de ele não ficar fechado em casa a jogar consola ou a ver televisão. Também podem cozinhar juntos e preparem receitas saudáveis. Faça com que o seu filho se sinta útil a ajudá-la. Peça-lhe a opinião sobre que alimentos escolher para cozinharem. Também pode fazer jogos com os alimentos com o seu filho. Por exemplo, adivinhar o nome dos alimentos e dizer quais os que se devem comer e aqueles que só se podem comer uma vez por semana (estes jogos normalmente são feitos com crianças mais pequenas, mas é essencial começar desde pequeninos). Inscreva o seu filho em atividades desportivas, preferencialmente em grupo. Para além de conhecer novas pessoas e ter mais sociabilização, ainda pratica exercício físico, que é essencial a todos os níveis. Leve o seu filho a uma equipa multidisciplinar, com um nutricionista que o ensine a comer de forma mais adequada…
Ler mais

Lasanha de legumes

Esta é uma ótima receita para perder ou manter o seu peso. É uma refeição saudável, mas tenha atenção aos hidratos (não abuse desta receita). É uma lasanha antioxidante e preventiva do cancro do cólon. Tem ainda alimentos que reforçam o sistema imunitário. Além disso, é constituída por brócolos, que são anti osteoporose.
Ler mais

Liliana Aguiar nas Clínicas Em Forma

A Liliana Aguiar é cliente há anos nas nossas clínicas. Recentemente, foi mãe de um bebé e quis logo cuidar de si. Faz um tratamento que se chama Endermologia LPG, que ajuda no tratamento da celulite, mobilização dos tecidos e drenagem. Ela explica-lhe os benefícios deste tratamento, veja já a seguir no vídeo que apresentamos.
Ler mais

“Os fins de semana são a minha desgraça”

Estar num processo de emagrecimento não é fácil, principalmente quando só nos preocupamos com aquilo que comemos, com as horas a que comemos e com as calorias que perdemos. O processo de emagrecimento é bem mais do que isso; e para que tudo seja mais fácil há que fazer uma restruturação cognitiva associada à alimentação. Ou seja, não basta apenas comer bem e massacrar-se todos os dias com as quantidades e com a qualidade daquilo que come. Acima de tudo, há que fazer este equilíbrio e colocar padrões cognitivos adequados, para que “ser magra” seja a sua nova forma de estar na vida.   E se não fizer isto, há certos obstáculos que serão bem mais difíceis de ultrapassar, nomeadamente, os fins de semana e as tentações que nele existem.   Mas porque é que durante a semana consegue “portar-se” bem e fazer tudo o que deve; e aos fins de semana não?   A resposta é muito simples: ainda não trabalhou a sua mente para conseguir ter um equilíbrio alimentar aos fins de semana.   Repare: durante a semana tudo é mais fácil porque já tem uma rotina apreendida e automatizada: levanta-se às tantas horas, come, depois trabalha, almoça aquilo que levou e não tem opção de escolha; tem de lanchar o que levou e o jantar consegue fazer o esforço de comer apenas uma sopa. Não há vida social, não há alimentos tentadores e o foco e a determinação estão muito trabalhados. Porque sabe se desistir durante a semana (sem motivo aparente) vai sentir-se mal e pode mesmo levar a que desista de tudo. Neste período de rotina semanal, a mente está influenciada pela disciplina, controlo e organização; e tudo é mais fácil quando estes limites estão estabelecidos.   Através deste padrão de pensamentos (durante a semana) começa a ser importante para a nossa mente, e para nós próprios, que façamos estes comportamentos equilibrados a que nos propusemos anteriormente. E daí termos a motivação e energia para agirmos assim.   E então quando é fim de semana? O que acontece? Nestas alturas, a nossa mente está influenciada por outro tipo de pensamentos e de valores que já estão automatizados e que são mais difíceis de mudar, nomeadamente, a permissividade, euforia, relaxamento, excesso e liberdade. Colocamos estas permissas para nós próprios e agimos em função disto – por exemplo: “é fim de semana, estou aqui sem stress nenhum, está toda a gente a comer esta sobremesa; não há nenhum mal seu eu fizer o mesmo”. E então o nosso comportamento é influenciado por este pensamento e o mais importante e aquilo que a vai fazer sentir bem é comer o que quiser, sem pensar na dieta ou nos equilíbrios alimentares. “Se eu me privar de tudo, até aos fins de semana, então fico sem vida”. Mas… E se começar a pensar de forma diferente? Para começar também a agir de forma diferente? “Se eu me privar de tudo, até aos fins de semana, ficarei com mais saúde, com um corpo esbelto, com mais auto estima, com mais energia e mobilidade, mais leve, com mais roupa (…)” No fundo, os nossos valores, aquilo em que nós pensamos, fazem-nos agir de determinadas formas. DE que forma quer você agir? Para isso terá de mudar pensamentos. Vamos a isso!
Ler mais

Sofre de Fome Emocional?

“Atualmente, para além de comermos porque o nosso organismo precisa de ser alimentado para sobreviver, comemos por prazer, por razões sociais, por pressão de outros, por desejo ou porque os estados psicológicos assim nos exigem. Na verdade, o prazer de comer está a tornar-se, dia após dia, mais forte do que qualquer outra motivação para comer e, muitas vezes, fica fora de controlo. Contudo, nem tudo está perdido. É importante perceber que somos nós que controlamos o nosso corpo, os nossos atos, mas também as nossas ações. Só temos de querer fazê-lo. Não há qualquer problema em fazer excessos, quando estes são feitos de forma consciente e inteligente, porque é importante que haja equilíbrio entre o saudável e o prazeroso. Comer, contrariamente ao que muitos pensam, não é um processo automático. Ou seja, não é um processo involuntário que ocorre quer queiramos quer não, como por exemplo, o processo digestivo que não pode ser interrompido só porque nos apetece. Na verdade, temos total controlo sobre o que comemos, quando comemos e como comemos. A capacidade de decidir está sempre do nosso lado, mesmo que por vezes sintamos que não é assim. Há uma série de emoções que mexem connosco, com o nosso bem estar e com a relação que estabelecemos com a comida. Quando elas são mais intensas e nos deitam “abaixo”, temos que compensá-las, de alguma forma. Ir às compras, ir ao cinema, chorar, ver um filme ou dar um passeio, são algumas das formas mais comuns que encontramos para lidar com estas emoções. Mas não são as únicas. Por vezes, fazêmo-lo também com a comida. Demasiadas vezes com a comida… E a comida pode ser, de facto, uma distração eficaz, mas apenas temporária, que acarreta, invariavelmente, emoções mais negativas. Falemos de um exemplo concreto: a ansiedade. A ansiedade é uma emoção muito comum entre todos nós. Para ficar com uma noção do seu impacto, basta ter em conta que durante o ano de 2013, 16,5% da população portuguesa sofria de ansiedade. Os números continuam a aumentar exponencialmente e a verdade é que estes são referentes apenas aos casos diagnosticados. Os problemas, as preocupações, os medos, as inseguranças ou apenas o dia a dia, deixam-nos ansiosos. O coração começa a palpitar mais do que devia, sentimos suores frios, o corpo dói, sentimos um nó no estomâgo e, como se isto tudo não bastasse, o discurso falha e não conseguimos expressar-nos como queremos. Por um lado, só queremos estar deitados, na cama ou no sofá, com um balde de gelado bem grande ao lado ou com um pacote de bolachas. Ou sentimos uma vontade irresistível de comer tudo o que está à frente. É estranho, mas parece que tudo se torna mais fácil, mais calmo e mais relaxante se comermos. No dia seguinte ou apenas uns instantes mais tarde, percebemos que comer emocionalmente não resolveu o que estava na origem da aflição e, para agravar, provocou ainda mais ansiedade associada a sentimentos de culpa e de fracasso.   O primeiro passo para solucionar o problema passa por perceber que a ansiedade existe e pode afetar qualquer pessoa. Até a si. É bem possível que esteja a sofrer desse problema ou, como eu prefiro chamar, dessa EMOÇÃO, de forma mais acentuada. Mas é possível controlá-la e, mais importante que tudo, é possível controlar-se a si próprio. Não há mal nenhum em sentir-se ansioso, triste ou preocupado, Aliás, diria que é “bom” sentir estas emoções negativas. São elas que permitem valorizar ainda mais as emoções positivas. O problema é a forma como actua mediante o aparecimento dessas emoções. O controlo das emoções, pensamentos, alimentação e desejos pode ser, em parte, feito por si. A ansiedade faz parte da vida e o mais importante é a forma como lidamos com ela. Quando temos dificuldade em lidar com as emoções, derrapamos facilmente para a fome emocional ou ingestão emocional e é aí que perdemos o controlo, sobre o que comemos e como comemos. Há uma distinção muito importante que deve ser feita: fome fisiológica e fome/ingestão emocional. A fome fisiológica deriva da necessidade que o nosso corpo tem de se alimentar para poder executar as nossas funções diárias e garantir a sua subsistência. Já a fome/ingestão emocional está associada a vários tipos de mal-estar psicológico e, muitas vezes, pode ter ainda como consequência o aumento do peso. Diria que a fome emocional está muito interligada com os desejos súbitos. Existe uma grande tradição que leva as pessoas a acreditarem que o desejo por certos alimentos existe devido à deficiência de nutrientes específicos. Errado! Vou-lhe dar um exemplo: acreditou-se, em tempos, que o desejo incontrolável pelo chocolate estava associado a uma carência de magnésio. Ora,  se outros alimentos, como os espinafres, contêm mais magnésio do que o chocolate, porque é que não vemos ninguém com desejos súbitos por espinafres? Os desejos são temporários e passageiros e têm início na nossa mente. Eles levam-no a acreditar que o corpo precisa de um determinado tipo de alimento, mas isso parece estar longe da verdade, pois os motivos são mais psicológicos do que fisiológicos. Quando conseguir fazer esta distinção, tudo será mais fácil de resolver. Ou seja, se perceber que o que o leva a comer determinado tipo de alimentos ou uma grande quantidade de alimentos são as emoções e, neste caso em concreto, a ansiedade, será muito mais fácil lidar e solucionar o problema. Dicas: Para que este processo se torne mais fácil, seja feito com menos esforço e seja duradouro, recorra a um Psicólogo. Hoje em dia há muitos que trabalham especificamente na área do emagrecimento.O objetivo não é levá-lo ao emagrecimento físico, mas sim dar-lhe as ferramentas necessárias para mudar a sua mente. Para mudar as suas crenças e os seus hábitos e, sobretudo, para que a dieta se torne num novo estilo de vida, mais saudável e sem compulsões, que o deixe feliz consigo próprio, com a sua capacidade de controlo, com as suas escolhas, com o espelho. Enfim, com tudo o que o envolve e rodeia! Juntos, irão treinar a sua mente,…
Ler mais
Back To Top