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Conversas sobre Iridiologia na CMTV

Hoje, Segunda feira dia 03 Julho, a nossa osteopata, Drª Ana Passadeiras, foi ao programa da manhã da CMTV, falar sobre Iridiologia. Deixamos-lhe aqui um breve resumo do que foi falado.   “A Iridiologia é um método de diagnóstico, como outro qualquer. A particularidade é que é qualitativo, ou seja, através da Iridiologia pode-se preveni-las. Perceber quais são as nossas cargas genéticas e o que está a ficar errado connosco, de forma a podermos prevenir. Nos nossos olhos está representado todo o nosso corpo, porque temos uma ligação nervosa que compõem a íris, que têm uma ligação ao nível do tálamo, que conseguem conectar com todos os outros órgãos. O teste de Iridiologia começa por apontar as nossas falhas energéticas, as falhas que estão a existir em relação ao sistema nervoso central com os nossos órgãos (e muitas vezes falhas essas não identificadas por métodos mais convencionais). O estroma (o fundo da íris) tem apenas a cor castanha ou azul e depois há uma série de células que lhe dão o pigmento. Uma coisa interessante é que há pessoas que mudam a cor dos olhos, consoante o temperamento ou outro tipo de coisas. Porquê? Porque em determinadas etapas há maior ou menor produção destas células, que aumentam (ou não) a pigmentação, sobre aquele fundo azul ou castanho. Em termos de constituição a íris não muda, mas em termos de marcas na íris podem mudar.   O que se usa para fazer o diagnóstico?  Apenas uma lupa e um foco com luz (utilizado para observação).   Quem deve fazer este teste? Este é um teste preventivo que pode ser feito por todas as pessoas. Caso seja identificada alguma problemática, as pessoas são reencaminhadas para a especialidade adequada. Quando se observa a íris não é só importante observar aquilo que lá está, mas percebermos sim quais são os órgãos que começam a dar-nos sinais.
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Comer batatas fritas duas vezes por semana duplica risco de morte prematura

A notícia é avançada pelo Sapo, mas o estudo, observacional, é publicado no American Journal of Nutrition. Este mesmo estudo foi realizado durante 8 anos, com um grupo de 4400 pessoas, de idade compreendida entres os 45 e os 79 anos. Os cientistas descobriram então uma associação entre um comportamento (comer as batatas fritas) e um acontecimento (a morte prematura); tendo em conta o registo de 236 mortes prematuras, sendo que deste número a percentagem de pessoas que consumiam batatas fritas pelo menos duas vezes por semana era duas vezes maior face às que não consumiam o alimento. Atenção, Nicola Veronese, líder do estudo, adverte que não se pode dizer que a ingestão de batatas fritas seja a causa direta desta mortalidade precoce. É do conhecimento da ciência que um dos perigos associados ao consumo de batatas fritas reside na acrilamida, um composto cancerígeno que se forma durante o aquecimento de alguns alimentos e que os faz ficarem tostados.   Por isso, já sabe! Consuma o menos possível batatas fritas. Todos sabemos que não é um alimento que seja saudável e que faça bem à sua saúde!
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As 3 perguntas mágicas que o ajudarão a emagrecer!

Todos sabemos que estar num processo de emagrecimento é muito difícil e há momentos (como em tudo na vida), que só nos apetece desistir e dizer basta! Todas as conquistas e vitórias, nesses momentos, não valem nada; e só conseguimos percecionar a parte negativa e as dificuldades de fazer dieta ou de tentar ter um estilo de vida mais saudável. E há momentos particulares em que o saber dizer que não é fulcral. Há momentos particulares em que se sente entre a “espada e a parede” e entre o desejo de comer e a vontade de emagrecer. Todas as pessoas passam por estas situações. Por exemplo, comer um alimento tentador ou resistir? E o que é certo, e um facto, é que quanto mais impulsivo for na sua decisão, maior a probabilidade de ceder às tentações. Ou seja, quanto menos pensar, mais erros poderá cometer. E no processo de emagrecimento é fulcral que pensemos, para que consigamos, de facto, emagrecer para sempre!   Então e como pensar sobre o assunto? Como conseguir resistir aos alimentos tentadores e saber dizer que não? Uma das técnicas essenciais é fazer estas três perguntas a si próprio e pensar sobre as mesmas. O que conclui? Que respostas obtém? Experimente!   “Ficarei bem comigo próprio depois de comer este alimento?” O grande problema não é resistir ao alimento, mas sim a forma como se sentirá depois de resistir (ou não) a esse alimento. Pense nisso! Imagine que irá ceder à tentação e comer o alimento: como é que se sentirá depois? Triste, frustrado, arrependido? E pense noutra situação: se não comer o alimento, como se sentirá? Orgulhoso, mais confiante, com um maior sentimento de auto controlo? O que é que prefere? É responsável pelos seus atos! Decida o que quer para si. A vida é feita de momento, mas o mais importante é o que fica depois desses momentos. “Há necessidade de comer isto?” Necessidade é diferente de vontade. Fome é diferente de desejo. Há que saber distinguir essas sensações e esses pensamentos. O que é a fome? O que são os desejos? “Quero lidar com as consequências emocionais que resultam da decisão de comer este alimento?” Sabemos que há sempre uma consequência para todos os nossos atos; seja boa, seja má. Há algumas consequências sobre as quais não podemos ter influência e não podemos decidir; no entanto, há outras consequências que só teremos, se decidirmos isso mesmo. Que consequências emocionais poderá ter, caso coma esse alimento? Caso não consiga resistir? Visualize essas consequências, para que a previsão criada gere uma influência sobre a sua decisão.   Estas questões irão estimular a racionalidade, o planeamento, a execução, a razão e a visualização a longo prazo. Se contarmos apenas com o nosso lado emocional, não teremos sucesso; porque este lado não quer saber do “depois” e das consequências que poderão advir. Este lado emocional tenta impedir, constantemente, o lado racional de atuar sobre as decisões que tem de tomar. Neste caso, escolha a razão! Treine a mente para perder peso e ter uma vida muito mais saudável e feliz!      (foto retirada do site: osegredo.com.br)
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O que fazer quando o mundo desabar?

Muitas pessoas têm uma vida difícil, com problemas, stress, preocupações e situações a que muitos chamam de “azar”. Obviamente, que todos nós temos problemas e dias piores que outros, mas há pessoas a que esses dias aparecem constantemente. E o que provoca isso em nós? O que sentimos e o que pensamos quando estamos perante estes momentos de aflição, tensão ou simplesmente preocupação? Cada pessoa tem a sua forma de lidar com isso, mediante a sua educação, valores, cultura, o meio onde está inserida e, claro, a sua personalidade. Sofremos sozinhos, acompanhados ou simplesmente tentamos não sofrer. Não pensar mais nisso. Mas é tão difícil. Parece que há sempre “algo” ou “alguém” a bater-nos à porta e a lembrar-nos que temos um problema e que não nos podemos esquecer dele. Sim, nós sabemos! Obrigada pelo aviso. Mas… O que fazemos nós quando o nosso mundo desaba? E quando não há outra forma, senão lidar com isso? Primeiro que tudo, achamos que é injusto e que não merecemos o que está a acontecer. “Porquê a mim?”; “É tão injusto, que mal fiz eu para me acontecer isto?” etc. E falamos disso com alguém ou com algo. Seja com Deus, seja com os nossos “botões” ou seja com o nosso cão. Há sempre alguém ou algo que nos escuta e, parecendo que não, que até nos consegue tranquilizar um pouco. Um pouquinho. Mas sentimo-nos injustiçados. Sentimos que não temos controlo sobre nada e que tudo pode acontecer a qualquer momento. Sentimo-nos tristes e que a vida é curta demais para continuarmos tristes; mas infelizmente não conseguimos mudar isso. Não ali, não naquele momento. Temos sentimentos maus e negativos. Ou seja, já temos dois problemas: a nossa fonte de tensão (o problema em si) e os sentimentos negativos associados a ele. E depois? Depois descarregamos em cima daqueles que mais gostamos. Do nosso marido ou namorado, dos nossos filhos, ou dos nossos pais. Aos amigos nem atendemos o telefone, porque “não vale a pena agora”. Ou então descarregamos sobre nós próprios. Gostemos ou não de nós, também nos fazemos mal (mesmo que seja inconscientemente) – bebemos, comemos coisas que nos fazem mal, vemos televisão em demasia, não saímos de casa, abusamos dos cigarros e jogamos no computador, sem percebermos que já são horas de dormir). Atacamo-nos ainda mais a nós próprios e tudo por causa de um problema que, neste momento, já vai em três: o problema, os sentimentos associados e a forma como lidamos com os outros ou connosco próprios. E o que está aqui a acontecer? Um ciclo vicioso. Mediante este cenário, sabem qual a tendência? Para nos sentirmos ainda piores connosco próprios e depois a causa nem é o problema original, mas sim a forma como já estamos a agir e que não é, de todo, caraterística em nós. Atenção! Vamos mudar isto! Porque é possível, claro que sim! 1) Quebra esse ciclo vicioso Acabou! É hora de mudar a sua atitude perante os problemas. Sabe o que fazer quando o seu mundo desabar? É simples: aceite que o seu mundo desabou e vamos à luta! Vamos enfrentar esse problema ou esses problemas da mesma forma que enfrentamos as coisas boas da vida: com atitude, garra e determinação. 2) É possível! É claro que é possível! E nada nesta vida tem outra forma; nada nesta vida é impossível. Só basta querer, sonhar, acreditar e dizer para si própria que irá conseguir e irá enfrentar este problema. Porque se o seu mundo desabar, é porque assim teve de ser. E agora o seu objetivo primordial é elevar o seu mundo novamente, a um patamar de oportunidades e felicidade. 3) Aceita! Já o disse anteriormente, mas é o mais importante. Aceita aquilo que te acontece; seja de mau ou de bom. Aceita e vive com isso. Porque tudo aquilo que nos acontece tem uma razão, um motivo plausível. Aceita-o e descobre coisas que nunca pensas-te ser possível. Quando o teu mundo desabar, esboça um sorriso e mostra-lhe que tu sabes ser feliz de qualquer maneira <3
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Vaca com Ananás

Porque é possível comer carne com fruta, damos-lhe a conhecer esta maravilhosa receita de vaca com ananás. Esta mistura de sabores vai adoçar-lhe o apetite.
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Como acabar com a Obesidade

Dietas e mais dietas… Emagrecer, engordar, voltar a emagrecer e voltar a engordar… O ciclo vicioso está instalado e, cada dieta nova que sai é a luz ao fundo do túnel para que, finalmente, possa dizer basta a esta doença chamada de obesidade.
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A vitimização no processo de emagrecimento!

Muitas vezes, quando estamos num processo de emagrecimento a nossa cabeça não pára, com todo o tipo de pensamentos, uns mais desajustados que outros. Fazer-se de vítima ou sentir-se uma vítima porque está a emagrecer é um desses pensamentos. E como é que isto acontece? Pensar por exemplo “vou comer isto, porque há uma semana que como sempre bem e é injusto não ter uma recompensa”; ou “eu só sou assim porque tenho uma genética que me fez isto, senão eu era magra. A culpa é da genética e isso é muito injusto”; ou “é tão injusto ela poder comer o que quer e eu não”, ou “só hoje não faz mal, se não nem sequer posso ser feliz”! etc., etc.   A vitimização é um tipo de manipulação emocional que ocorre quando se esgotam todos os outros argumentos plausíveis. A vitimização fá-lo sentir-se melhor consigo próprio, depois de cometer os erros típicos de quem faz processos de emagrecimento. A pessoa que se comporta como vítima, geralmente culpabiliza tudo o que está à sua volta pelo fracasso que tem no processo de emagrecimento (ex. amigos, família, falta de tempo, doenças, genética, etc.). Nunca se culpabilizará a ela própria pelos maus resultados. Não consegue ser honesta consigo própria e perceber que só depende dela e não dos outros ou do que está à sua volta.   O que deve fazer? Seja honesto consigo próprio – quais são os motivos que o levam a querer emagrecer? Porque é que isso não está a resultar? O que tem feito de forma menos eficaz? O que precisa de melhorar? Fracassar é humano e não é uma questão de fraqueza pessoal; mas sim uma questão de aperfeiçoamento de habilidades. Experimente, vai conseguir! Assuma a responsabilidade pela sua felicidade. Como sabe nós somos os maiores responsáveis pelo nosso comportamento e, consequentemente, pela nossa felicidade ou infelicidade. Não há ninguém que o obrigue a comer. Não há nada que o possa tirar do foco. Não há nada nem ninguém que te vão proibir de emagrecer. Só tu próprio! E deve tomar atenção é a si mesmo e aos seus comportamentos – esqueça os outros e esqueça o ambiente em que está inserido. Foco, determinação e objetivos. O que quer para si? O que quer para a sua vida? Pense nisso, e mude para isso! Concentre-se, crie um objetivo a curto prazo e foque-se nele. Trabalhe para ele. Você consegue, só precisa de querer! Se estes pensamentos de vitimização lhe forem familiares, siga estas dicas. Não se condene, aprenda apenas com eles. Não se julgue, corrija. Não fique a pensar nas limitações que tem, foque-se apenas no progresso e no “eu vou conseguir”. Não perca tempo com as causas externas e com as lamentações; gaste esse tempo a cuidar de si e a fazer o melhor por si! Força! Vai conseguir!
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Quando o Umbigo deixa de ser o centro do Mundo…

Hoje trazemos-lhe uma história... Uma história real, onde depressa nos apercebemos que é possível mudar, que é possível fazer alguma coisa por nós próprios e, no fundo, que é possível ser feliz... Seja de que forma for!
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O que é que nós somos?

Todos sabemos que quando chega o Verão a tendência para nos preocuparmos connosco próprios, principalmente com o físico, cresce drasticamente. Porque estamos mais expostos, porque temos de usar roupas mais curtas e mais “destapadas”, porque temos de ir à praia, nem que seja para fazer a vontade aos nossos filhos ou porque toda a gente está virada para uma alimentação saudável e, por isso mesmo, também terei de estar. O verão acaba por ser a pior altura do ano; contrariamente ao habitual. Sente vergonha, sente-se frustrada, sente que não consegue emagrecer rapidamente, até às férias; e depois são os jantares, as festas, a cervejinha, etc., etc.   E afinal de contas o que é que nós somos? E como poderemos melhorar? Leia as seguintes frases e mude, para se sentir melhor consigo próprio.   Somos aquilo que comemos – A alimentação é essencial e, realmente, somos mesmo aquilo que comemos. Se tivermos uma alimentação desequilibrada, também o nosso organismo ficará desequilibrado; e o contrário também é verdade. Coma legumes, verduras, frutas, frutos secos e evite os hidratos de carbono, comidas processadas e o açúcar. Sentir-se-á logo melhor! Somos aquilo que bebemos – Beba no mínimo 1,5l de água e de preferência uma água mais alcalina, para manter-se hidratada e para manter os seus tecidos hidratados. Se fizer muitas retenções de líquidos, é desejável que tome um drenante para ajudar. Cuidado com os refrigerantes, são dos piores venenos! Somos aquilo que sentimos – Se não estivermos bem emocionalmente, também não poderemos estar fisicamente, pois não temos disponibilidade emocional para pensarmos em nós e cuidarmos de nós próprios. Se não está bem psicologicamente, procure ajuda num psicólogo, para conseguir gerir todas as suas emoções e problemas. Só depois disso poderá conseguir-se focar-se em si e na sua alimentação e não haver a tendência de comer para compensar emoções. Somos aquilo que fazemos – Se fizermos coisas boas, coisas boas acontecerão connosco. Por exemplo: que tal fazer exercício físico? Umas caminhadas de vez em quando, na praia, ao fim do dia? Ou então umas braçadas na piscina? Ou uns treinos em casa, no computador? Tudo é possível, dê asas à imaginação. E sabe o melhor de tudo isto? O que sentirá a seguir e a forma como o seu corpo irá reagir. Sentir-se-á tão bem, que tem controlo sobre si próprio e que consegue alcançar os objetivos. Além disso, o seu corpo responderá positivamente àquilo que está a fazer por ele… Somos aquilo que queremos. O que quer para a sua vida? Comer até não poder mais ou emagrecer? Ter problemas de saúde ou preveni-los? Ter vergonha de ir à praia ou ter orgulho do seu corpo? Sentir-se mal consigo próprio (cada vez mais) ou sentir-se maravilhosamente bem e feliz? A vida é feita de escolhas. Faça a sua, já hoje!
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