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A vitimização no processo de emagrecimento!

Muitas vezes, quando estamos num processo de emagrecimento a nossa cabeça não pára, com todo o tipo de pensamentos, uns mais desajustados que outros. Fazer-se de vítima ou sentir-se uma vítima porque está a emagrecer é um desses pensamentos. E como é que isto acontece? Pensar por exemplo “vou comer isto, porque há uma semana que como sempre bem e é injusto não ter uma recompensa”; ou “eu só sou assim porque tenho uma genética que me fez isto, senão eu era magra. A culpa é da genética e isso é muito injusto”; ou “é tão injusto ela poder comer o que quer e eu não”, ou “só hoje não faz mal, se não nem sequer posso ser feliz”! etc., etc.   A vitimização é um tipo de manipulação emocional que ocorre quando se esgotam todos os outros argumentos plausíveis. A vitimização fá-lo sentir-se melhor consigo próprio, depois de cometer os erros típicos de quem faz processos de emagrecimento. A pessoa que se comporta como vítima, geralmente culpabiliza tudo o que está à sua volta pelo fracasso que tem no processo de emagrecimento (ex. amigos, família, falta de tempo, doenças, genética, etc.). Nunca se culpabilizará a ela própria pelos maus resultados. Não consegue ser honesta consigo própria e perceber que só depende dela e não dos outros ou do que está à sua volta.   O que deve fazer? Seja honesto consigo próprio – quais são os motivos que o levam a querer emagrecer? Porque é que isso não está a resultar? O que tem feito de forma menos eficaz? O que precisa de melhorar? Fracassar é humano e não é uma questão de fraqueza pessoal; mas sim uma questão de aperfeiçoamento de habilidades. Experimente, vai conseguir! Assuma a responsabilidade pela sua felicidade. Como sabe nós somos os maiores responsáveis pelo nosso comportamento e, consequentemente, pela nossa felicidade ou infelicidade. Não há ninguém que o obrigue a comer. Não há nada que o possa tirar do foco. Não há nada nem ninguém que te vão proibir de emagrecer. Só tu próprio! E deve tomar atenção é a si mesmo e aos seus comportamentos – esqueça os outros e esqueça o ambiente em que está inserido. Foco, determinação e objetivos. O que quer para si? O que quer para a sua vida? Pense nisso, e mude para isso! Concentre-se, crie um objetivo a curto prazo e foque-se nele. Trabalhe para ele. Você consegue, só precisa de querer! Se estes pensamentos de vitimização lhe forem familiares, siga estas dicas. Não se condene, aprenda apenas com eles. Não se julgue, corrija. Não fique a pensar nas limitações que tem, foque-se apenas no progresso e no “eu vou conseguir”. Não perca tempo com as causas externas e com as lamentações; gaste esse tempo a cuidar de si e a fazer o melhor por si! Força! Vai conseguir!
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Quando o Umbigo deixa de ser o centro do Mundo…

Hoje trazemos-lhe uma história... Uma história real, onde depressa nos apercebemos que é possível mudar, que é possível fazer alguma coisa por nós próprios e, no fundo, que é possível ser feliz... Seja de que forma for!
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Portugal é um dos cinco países com mais adolescentes obesos

Esta foi a notícia que hoje alarmou pais, professores e especialistas de saúde. O cenário da obesidade em Portugal continua muito negro e sem tendências a melhorar, segundo o estudo “Adolescent obesity and related behaviours: trends and inequalities in the WHO European Region, 2002-2014”, que afirma que a prevalência da obesidade em Portugal, nos adolescentes aos 11, aos 13 e aos 15 anos, seja de 5%. Este número representa uma subida de 0,3 pontos percentuais desde 2002.   Quando o grande objetivo, nessa altura, era a diminuição deste número; aconteceu precisamente o contrário. Na altura, e ainda nos dias de hoje, a prevenção é a melhor forma de alertar a população para as consequências da obesidade, contudo, a tendência de uma má alimentação e de uma vida sedentária continua a ser muito elevada.   Mas porque é que os adolescentes têm já obesidade? Nos dias de hoje é frequente vermos adolescentes com obesidade; o que não acontecia há muitos anos atrás. Primeiro, têm uma vida muito sedentária – no máximo têm 3 horas de educação física por semana na escola; o resto do tempo é sentados à conversa com os amigos ou sentados no computador ou na playstation. Começa já por não haver nenhuma (ou quase nenhuma) queima de calorias e, para agravar mais esta situação, a alimentação destes adolescentes é à base de fast food e alimentos processados. Muitos dos bares das escolas já não vendem este tipo de produtos, contudo, basta o adolescente dirigir-se ao café ao lado da escola para os adquirir. E se um come, o outro também tem de comer… E as opções mais saborosas e mais baratas, são sempre as menos saudáveis. E já não falamos em legumes nem frutas, pois esses só ao jantar (e quando a mãe obriga). Portanto, a alimentação mudou drasticamente e a forma como os adolescentes comem influencia muitíssimo a obesidade e outros problemas de saúde que, se não forem detetados agora, podem-no ser mais tarde. Obviamente que, quando nascem, não têm hábitos, rotinas ou vícios. Mas como é que os ganham? Como é que, de “um dia para o outro” olha para o seu filho e vê que ele está deitado no sofá, a ver televisão, com um pacote de bolachas e uma coca cola? E isto acontece todos os dias… Ou quase todos… E percebe que não é saudável, que não é o melhor comportamento que ele pode ter mas… O que poderá dizer-lhe? Como poderá, então, reagir perante esta situação? Deparo-me, frequentemente, com pais desesperados sem saber o que podem fazer. Principalmente, sem saber como controlar o que os filhos comem. Porque chegam aos 10, 11 anos e começam a ter um poder diferente; seja um poder de compra (nos bares da escola ou no café ao lado como falei anteriormente); seja um poder persuasivo sobre os pais, avós ou tios. E a comida acaba por ser um escape. Um escape emocional, principalmente.   A comida como compensação A comida acaba também por ser uma compensação – dos pais que estão pouco tempo com os filhos; dos avós que gostam de mimar os netos; dos tios que trazem doces todos os fins de semana. Enfim… A comida tem um poder muito grande sobre todas as crianças. E o grande problema é quando não consegue mais controlar esse poder. O grande problema é quando se depara com toda esta situação e percebe que os 5 ou 10 kg a mais já foram há muito tempo e o seu filho já está com quase 100 kg.   Interessante que a contribuir para este resultado estão sobretudo os rapazes, com 6,9%. Já as raparigas registam um valor de 3%. Porquê este valor mais alto nos rapazes? Talvez por serem mais sedentários, jogarem mais playstation e estarem mais tempo sentados. As raparigas quando chegam a uma certa idade têm uma maior preocupação com o corpo, com as dietas, etc. Tudo isso pode estar na origem deste dado.   O que fazer? Parece-me que o ponto essencial é não deixar chegar a esta situação. A prevenção é sempre a melhor arma que temos, como já referido anteriormente; no entanto, quando as coisas acontecem assim, há algo a fazer. E urgentemente. Para que a situação não se agrave. Ainda mais… A primeira coisa a fazer é definir regras. Regras essas que irão permitir que o seu filho não chegue aos 100 quilos, sem que você dê por isso. Estipule um dia por semana (no máximo dois) para que ele possa escolher o que quer comer – por exemplo ao almoço e com direito a uma sobremesa. Mas faça-o com eles, para que ele também sinta que tem o poder de decisão e que você se importou com a opinião dele. Além disso, é fulcral explicar-lhe o porquê de estarem a ser definidas estas regras – aqui pode falar nas consequências da obesidade e, se achar conveniente, mostre-lhe também imagens de meninos com a idade dele e com obesidade. Incentive-o a ir consigo ao supermercado. É uma forma de ele a ajudar a escolher alimentos mais saudáveis (e um miminho para ele); de passarem mais tempo juntos e de ele não ficar fechado em casa a jogar consola ou a ver televisão. Também podem cozinhar juntos e preparem receitas saudáveis. Faça com que o seu filho se sinta útil a ajudá-la. Peça-lhe a opinião sobre que alimentos escolher para cozinharem. Também pode fazer jogos com os alimentos com o seu filho. Por exemplo, adivinhar o nome dos alimentos e dizer quais os que se devem comer e aqueles que só se podem comer uma vez por semana (estes jogos normalmente são feitos com crianças mais pequenas, mas é essencial começar desde pequeninos). Inscreva o seu filho em atividades desportivas, preferencialmente em grupo. Para além de conhecer novas pessoas e ter mais sociabilização, ainda pratica exercício físico, que é essencial a todos os níveis. Leve o seu filho a uma equipa multidisciplinar, com um nutricionista que o ensine a comer de forma mais adequada…
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Liliana Aguiar nas Clínicas Em Forma

A Liliana Aguiar é cliente há anos nas nossas clínicas. Recentemente, foi mãe de um bebé e quis logo cuidar de si. Faz um tratamento que se chama Endermologia LPG, que ajuda no tratamento da celulite, mobilização dos tecidos e drenagem. Ela explica-lhe os benefícios deste tratamento, veja já a seguir no vídeo que apresentamos.
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“Os fins de semana são a minha desgraça”

Estar num processo de emagrecimento não é fácil, principalmente quando só nos preocupamos com aquilo que comemos, com as horas a que comemos e com as calorias que perdemos. O processo de emagrecimento é bem mais do que isso; e para que tudo seja mais fácil há que fazer uma restruturação cognitiva associada à alimentação. Ou seja, não basta apenas comer bem e massacrar-se todos os dias com as quantidades e com a qualidade daquilo que come. Acima de tudo, há que fazer este equilíbrio e colocar padrões cognitivos adequados, para que “ser magra” seja a sua nova forma de estar na vida.   E se não fizer isto, há certos obstáculos que serão bem mais difíceis de ultrapassar, nomeadamente, os fins de semana e as tentações que nele existem.   Mas porque é que durante a semana consegue “portar-se” bem e fazer tudo o que deve; e aos fins de semana não?   A resposta é muito simples: ainda não trabalhou a sua mente para conseguir ter um equilíbrio alimentar aos fins de semana.   Repare: durante a semana tudo é mais fácil porque já tem uma rotina apreendida e automatizada: levanta-se às tantas horas, come, depois trabalha, almoça aquilo que levou e não tem opção de escolha; tem de lanchar o que levou e o jantar consegue fazer o esforço de comer apenas uma sopa. Não há vida social, não há alimentos tentadores e o foco e a determinação estão muito trabalhados. Porque sabe se desistir durante a semana (sem motivo aparente) vai sentir-se mal e pode mesmo levar a que desista de tudo. Neste período de rotina semanal, a mente está influenciada pela disciplina, controlo e organização; e tudo é mais fácil quando estes limites estão estabelecidos.   Através deste padrão de pensamentos (durante a semana) começa a ser importante para a nossa mente, e para nós próprios, que façamos estes comportamentos equilibrados a que nos propusemos anteriormente. E daí termos a motivação e energia para agirmos assim.   E então quando é fim de semana? O que acontece? Nestas alturas, a nossa mente está influenciada por outro tipo de pensamentos e de valores que já estão automatizados e que são mais difíceis de mudar, nomeadamente, a permissividade, euforia, relaxamento, excesso e liberdade. Colocamos estas permissas para nós próprios e agimos em função disto – por exemplo: “é fim de semana, estou aqui sem stress nenhum, está toda a gente a comer esta sobremesa; não há nenhum mal seu eu fizer o mesmo”. E então o nosso comportamento é influenciado por este pensamento e o mais importante e aquilo que a vai fazer sentir bem é comer o que quiser, sem pensar na dieta ou nos equilíbrios alimentares. “Se eu me privar de tudo, até aos fins de semana, então fico sem vida”. Mas… E se começar a pensar de forma diferente? Para começar também a agir de forma diferente? “Se eu me privar de tudo, até aos fins de semana, ficarei com mais saúde, com um corpo esbelto, com mais auto estima, com mais energia e mobilidade, mais leve, com mais roupa (…)” No fundo, os nossos valores, aquilo em que nós pensamos, fazem-nos agir de determinadas formas. DE que forma quer você agir? Para isso terá de mudar pensamentos. Vamos a isso!
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Sofre de Fome Emocional?

“Atualmente, para além de comermos porque o nosso organismo precisa de ser alimentado para sobreviver, comemos por prazer, por razões sociais, por pressão de outros, por desejo ou porque os estados psicológicos assim nos exigem. Na verdade, o prazer de comer está a tornar-se, dia após dia, mais forte do que qualquer outra motivação para comer e, muitas vezes, fica fora de controlo. Contudo, nem tudo está perdido. É importante perceber que somos nós que controlamos o nosso corpo, os nossos atos, mas também as nossas ações. Só temos de querer fazê-lo. Não há qualquer problema em fazer excessos, quando estes são feitos de forma consciente e inteligente, porque é importante que haja equilíbrio entre o saudável e o prazeroso. Comer, contrariamente ao que muitos pensam, não é um processo automático. Ou seja, não é um processo involuntário que ocorre quer queiramos quer não, como por exemplo, o processo digestivo que não pode ser interrompido só porque nos apetece. Na verdade, temos total controlo sobre o que comemos, quando comemos e como comemos. A capacidade de decidir está sempre do nosso lado, mesmo que por vezes sintamos que não é assim. Há uma série de emoções que mexem connosco, com o nosso bem estar e com a relação que estabelecemos com a comida. Quando elas são mais intensas e nos deitam “abaixo”, temos que compensá-las, de alguma forma. Ir às compras, ir ao cinema, chorar, ver um filme ou dar um passeio, são algumas das formas mais comuns que encontramos para lidar com estas emoções. Mas não são as únicas. Por vezes, fazêmo-lo também com a comida. Demasiadas vezes com a comida… E a comida pode ser, de facto, uma distração eficaz, mas apenas temporária, que acarreta, invariavelmente, emoções mais negativas. Falemos de um exemplo concreto: a ansiedade. A ansiedade é uma emoção muito comum entre todos nós. Para ficar com uma noção do seu impacto, basta ter em conta que durante o ano de 2013, 16,5% da população portuguesa sofria de ansiedade. Os números continuam a aumentar exponencialmente e a verdade é que estes são referentes apenas aos casos diagnosticados. Os problemas, as preocupações, os medos, as inseguranças ou apenas o dia a dia, deixam-nos ansiosos. O coração começa a palpitar mais do que devia, sentimos suores frios, o corpo dói, sentimos um nó no estomâgo e, como se isto tudo não bastasse, o discurso falha e não conseguimos expressar-nos como queremos. Por um lado, só queremos estar deitados, na cama ou no sofá, com um balde de gelado bem grande ao lado ou com um pacote de bolachas. Ou sentimos uma vontade irresistível de comer tudo o que está à frente. É estranho, mas parece que tudo se torna mais fácil, mais calmo e mais relaxante se comermos. No dia seguinte ou apenas uns instantes mais tarde, percebemos que comer emocionalmente não resolveu o que estava na origem da aflição e, para agravar, provocou ainda mais ansiedade associada a sentimentos de culpa e de fracasso.   O primeiro passo para solucionar o problema passa por perceber que a ansiedade existe e pode afetar qualquer pessoa. Até a si. É bem possível que esteja a sofrer desse problema ou, como eu prefiro chamar, dessa EMOÇÃO, de forma mais acentuada. Mas é possível controlá-la e, mais importante que tudo, é possível controlar-se a si próprio. Não há mal nenhum em sentir-se ansioso, triste ou preocupado, Aliás, diria que é “bom” sentir estas emoções negativas. São elas que permitem valorizar ainda mais as emoções positivas. O problema é a forma como actua mediante o aparecimento dessas emoções. O controlo das emoções, pensamentos, alimentação e desejos pode ser, em parte, feito por si. A ansiedade faz parte da vida e o mais importante é a forma como lidamos com ela. Quando temos dificuldade em lidar com as emoções, derrapamos facilmente para a fome emocional ou ingestão emocional e é aí que perdemos o controlo, sobre o que comemos e como comemos. Há uma distinção muito importante que deve ser feita: fome fisiológica e fome/ingestão emocional. A fome fisiológica deriva da necessidade que o nosso corpo tem de se alimentar para poder executar as nossas funções diárias e garantir a sua subsistência. Já a fome/ingestão emocional está associada a vários tipos de mal-estar psicológico e, muitas vezes, pode ter ainda como consequência o aumento do peso. Diria que a fome emocional está muito interligada com os desejos súbitos. Existe uma grande tradição que leva as pessoas a acreditarem que o desejo por certos alimentos existe devido à deficiência de nutrientes específicos. Errado! Vou-lhe dar um exemplo: acreditou-se, em tempos, que o desejo incontrolável pelo chocolate estava associado a uma carência de magnésio. Ora,  se outros alimentos, como os espinafres, contêm mais magnésio do que o chocolate, porque é que não vemos ninguém com desejos súbitos por espinafres? Os desejos são temporários e passageiros e têm início na nossa mente. Eles levam-no a acreditar que o corpo precisa de um determinado tipo de alimento, mas isso parece estar longe da verdade, pois os motivos são mais psicológicos do que fisiológicos. Quando conseguir fazer esta distinção, tudo será mais fácil de resolver. Ou seja, se perceber que o que o leva a comer determinado tipo de alimentos ou uma grande quantidade de alimentos são as emoções e, neste caso em concreto, a ansiedade, será muito mais fácil lidar e solucionar o problema. Dicas: Para que este processo se torne mais fácil, seja feito com menos esforço e seja duradouro, recorra a um Psicólogo. Hoje em dia há muitos que trabalham especificamente na área do emagrecimento.O objetivo não é levá-lo ao emagrecimento físico, mas sim dar-lhe as ferramentas necessárias para mudar a sua mente. Para mudar as suas crenças e os seus hábitos e, sobretudo, para que a dieta se torne num novo estilo de vida, mais saudável e sem compulsões, que o deixe feliz consigo próprio, com a sua capacidade de controlo, com as suas escolhas, com o espelho. Enfim, com tudo o que o envolve e rodeia! Juntos, irão treinar a sua mente,…
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Antes e Depois… Com muita força de vontade!

Mais uma história de sucesso, com muita força de vontade, muito empenho e dedicação! A "Carla" chegou à nossa clínica com um peso muito acima do que era suposto. Vivia triste com isso, não se sentia bem consigo própria, nem para o espelho sequer conseguia olhar. Decidiu que era tempo de fazer alguma coisa por si própria e procurou-nos.
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Vem aí o Verão…

Vem aí o Verão! Já sabe disso e, por vezes, isso até é uma dor de cabeça para si. Sabe que até vai estar de férias, com toda a família e aproveitar o calor; contudo, a ida à praia já está a mexer consigo. Não vai ser fácil. Mais um ano em que vai ter de ir à praia (pois os filhos estão sempre a insistir consigo para ir) e arranjar uma série de truques para se sentir melhor.
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Alcance os objetivos definitivamente!

Acordamos e olhamo-nos ao espelho. O que sentimos em relação a nós e às nossas vidas? Isso traduz-se naquilo que vamos fazer naquele dia – a forma como pensamos em nós próprios, como falamos connosco, como pensamos nos outros e como avaliamos a vida. E onde se reflete, fundamentalmente, o que fazemos é na nossa saúde.
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